• Em contínuo

    Percurso para os jardins com Von Calhau!

    ping! — Programa de Incursão à Galeria
    Gineceu & Estigma / Especulações Botânicas

     
    Devido a um temporal, previsto para a noite do dia 30 de outubro de 2021, não foi possível concretizar o Percurso.
    Resta a possibilidade de o realizar presencialmente ou virtualmente. 

    Guião online disponível aqui.

    Versão impressa disponível nos balcões da GMP.
     
    Criado em 2006 por Marta Ângela e João Alves, o coletivo Von Calhau! tem vindo a desenvolver um corpo de trabalho nas áreas da música e das artes visuais, com múltiplas ramificações e cruzamentos que se vão manifestando nos seus concertos e performances, na edição de discos, na realização de filmes e vídeos, numa profusa produção de desenhos e obra gráfica e nas suas publicações. A dupla cofundou o estúdio de artes gráficas Oficina Arara e já participou em exposições e residências em locais como o Atelier MTK (França), a Galeria ZDB e o Museu de Serralves (Portugal) e mais recentemente a Residency Unlimited (EUA).
    Local
    Jardins do Palácio

    O acesso ao áudio requer o uso de dispositivo eletrónico com internet (telémovel, tablet), aconselhando-se o uso de auriculares (equipamentos não disponibilizados pela GMP).  

    Crédito da imagem: Von Calhau!
  • ping! - Exodus para escolas

    O Exodus, parte do ping - Programa de Incursão à Galeria - pretende fazer um reconhecimento do tecido artístico local através de visitas guiadas a galerias, espaços de exposição e estúdios de artistas na cidade do Porto. 
     
    O programa divide-se em duas categorias, o Exodus para todos e o Exodus para escolas, este último direcionado a alunos do ensino secundário e superior, integra três roteiros exploratórios da cena cultural da cidade do Porto. Cada percurso é antecedido por uma sessão de enquadramento, que se desenrola em contexto de sala de aula.
    Todos os percursos são realizados a pé. Local de encontro a definir.
     
    Os percursos têm a lotação de uma turma e podem inscrever-se através do e-mail galeriamunicipal@agoraporto.pt.
  • Sábado, 19 de fevereiro, às 16h

    Error 406: Not Acceptable - Conversa com Luan Okun e Hilda de Paulo

    Integrada no programa público de "Erro 417: Expectativa Falhada".
    Local: Espaço da exposição "Erro 417: Expectativa Falhada".
     
    Para participar deve levantar o bilhete gratuito (máximo 2 por pessoa) até 15 minutos antes do início do evento no balcão da GMP. 
     
    Reserva antecipada através do e-mail galeriamunicipal@agoraporto.pt.
     
    A participação requer a apresentação do certificado digital de vacinação ou de recuperação válidos, ou certificado de testagem negativo (teste PCR realizado 72h antes ou teste antigénio realizado 48h antes).
  • Sábado, 19 de fevereiro, às 18h

    O jeito que o corpo dá - Performance de Luan Okun

    "Encontraremos diversas formas de nos levantar, de nos movimentar e, assim, mover estruturas condicionadas ao corpo gordo racializado na diáspora. 
    Ativar poderes pelo destravar da pélvis, fortalecer a base, balançar o estabelecido.
     
    Como é passar pelas desgraças coloniais? E se for rebolando? Como se configura a falha? e quando esse corpo falha? Há perdão? 
    Romperemos, não só com os acentos e zíperes, mas com tudo que for posto como limite, como único, como correto. 
    Evidenciaremos, de forma cômica ou trágica, as rasteiras que a normatividade nos dá diariamente.
    E como se dá o levantar desse corpo? 
    E quando esse corpo não se levanta? E se é lento? E se já não caminha da mesma forma? 
     
    Compartilharemos tecnologias de sobrevivência, a começar pelo mover do cu. Passando pelo entrar e sair do buraco negro. Onde começa? Onde termina?"
     
    Luan Okun  

    Integrado no programa público de "Erro 417: Expectativa Falhada".
    Classificação etária: Maiores de 16 anos.

    Performer: Luan Okun e Joni Ricos 

    Art 3d e projeção: Yuna Turva

    Créditos da imagem: Bruno Marcitelli

    Local: Espaço da exposição "Erro 417: Expectativa Falhada".
     
    Para participar deve levantar o bilhete gratuito (máximo 2 por pessoa) até 15 minutos antes do início do evento no balcão da GMP. 
     
    Reserva antecipada através do e-mail galeriamunicipal@agoraporto.pt.
     
    A participação requer a apresentação do certificado digital de vacinação ou de recuperação válidos, ou certificado de testagem negativo (teste PCR realizado 72h antes ou teste antigénio realizado 48h antes).
  • Sábado, 12 de fevereiro, às 15h

    Rama e pûera - Passeio pelos jardins com Ellen Lima

    Integrado no programa público da exposição "Erro 417: Expectativa Falhada", a poetisa e investigadora indígena Ellen Lima propôe um passeio pelos Jardins do Palácio de Cristal. O percurso procurará promover a reflexão sobre temporalidade ancestral e contemporânea, convidando os participantes a pensar a relação da vida com o presente.
    Local: Jardins do Palácio de Cristal
     
    Para participar deve levantar o bilhete gratuito (máximo 2 por pessoa) até 15 minutos antes do início do evento no balcão da GMP. 
     
    Reserva antecipada através do e-mail galeriamunicipal@agoraporto.pt.
     
    A participação requer a apresentação do certificado digital de vacinação ou de recuperação válidos, ou certificado de testagem negativo (teste PCR realizado 72h antes ou teste antigénio realizado 48h antes).
  • Sábado, 12 de fevereiro, às 16h

    Error 409: Conflict - Conversa com Ellen Lima e Coletivo FACA

    "Abrimos o espaço da Galeria aos conflitos que surgem na procura de uma decolonização de espaços artísticos e culturais. Que cuidados e preocupações devem ter as instituições ao lidar com identidades e culturas historicamente depredadas e violentadas? Como se podem pensar os processos de restituição, compensação e revisão histórica, e desmantelar os mecanismos de rasuramento cultural e identitário? Reforçamos a importância e utilidade do conflito nestes movimentos e progressos, constantes negociações desiguais de limites, lugares de fala e expressão - como disse Fanon, apenas o opressor conhece a paz, pois raramente é desafiado. E o diálogo também é campo de batalha." Marta Espiridião

    Inserido no programa público da exposição "Erro 417: Expectativa Falhada", acontecerá uma conversa entre a poetisa e investigadora indígena Ellen Lima e o Coletivo FACA. Formado em 2019, o coletivo procura repensar a forma como a cultura em geral, e a arte em particular, integra o debate em torno de questões relacionadas com temáticas LGBTQI+, feminismo, colonialismo, racismo e não-normatividade em espaços museológicos.
    Local: Espaço da exposição "Erro 417: Expectativa Falhada".
     
    Para participar deve levantar o bilhete gratuito (máximo 2 por pessoa) até 15 minutos antes do início do evento no balcão da GMP. 
     
    Reserva antecipada através do e-mail galeriamunicipal@agoraporto.pt.
     
    A participação requer a apresentação do certificado digital de vacinação ou de recuperação válidos, ou certificado de testagem negativo (teste PCR realizado 72h antes ou teste antigénio realizado 48h antes).
  • Sábado, 12 de fevereiro, às 18h

    ESTOMACUS - Performance de Trypas Corassão

    Partindo das metáforas da digestão, a peça debruçar-se-á em torno do sabor e do ruído, do sentimento e do devaneio, colocando em questão quem é predador e presa, quem come e quem é alimento.  
     
    Integrado no programa público de "Erro 417: Expectativa Falhada".
    Classificação etária: Maiores de 16 anos.

    Local: Espaço da exposição "Erro 417: Expectativa Falhada".
     
    Para participar deve levantar o bilhete gratuito (máximo 2 por pessoa) até 15 minutos antes do início do evento no balcão da GMP. 
     
    Reserva antecipada através do e-mail galeriamunicipal@agoraporto.pt.
     
    A participação requer a apresentação do certificado digital de vacinação ou de recuperação válidos, ou certificado de testagem negativo (teste PCR realizado 72h antes ou teste antigénio realizado 48h antes).
  • Domingo, 6 de fevereiro, às 16h

    Projeção de filme e conversa com a artista Milena Bonilla e curador Juan Luis Toboso

    O filme "I am Life and Life is Beautiful", apresentado em três capítulos na exposição "A Hora Antes do Pôr-do-Sol", de Milena Bonilla e curadoria de Juan Luis Toboso, será projetado no domingo, seguido de uma conversa entre a artista e curador. 
     
    Tendo como base uma conversa entre a artista e a bailarina e herbalista Shelley Etkin a partir do herbário de Rosa Luxemburgo, a obra fílmica percorre os três memoriais que lhe são dedicados em Berlim, com o objetivo de procurar algumas das plantas retratadas nos seus cadernos botânicos, ao mesmo tempo que resgata a memória do seu final violento, cruzando o corpo, a botânica e a história, "numa tentativa de desvendar os tecidos intangíveis do património."
     
    "I am Life and Life is Beautiful"
    Vídeo HD, cor, 2021
     
    - I Eden Hotel – Olof-Palme Platz (em exibição: 11/12/21–16/01/22)
    - II Landwehr Canal – Tiergarten (em exibição: 18/01/22–30/01/22)
    - III Monument to the socialist – Friedrichsfelde Cemetery (em exibição: 1/02/22–13/02/22)
    Local: Auditório da Biblioteca Municipal Almeida Garrett.

    A conversa será conduzida em espanhol e português.

    Para participar deve levantar o bilhete gratuito (máximo 2 por pessoa) até 15 minutos antes do início do evento no balcão da GMP. 
     
    Reserva antecipada através do e-mail galeriamunicipal@agoraporto.pt.
     
    A entrada requer a apresentação do certificado digital de vacinação ou de recuperação válidos, ou certificado de testagem negativo (teste PCR realizado 72h antes ou teste antigénio realizado 48h antes).
  • Sábado, 5 de fevereiro, às 16h

    "A Hora Antes do Pôr-do-Sol" - Visita guiada com a artista e curador

    A artista Milena Bonilla e o curador Juan Luis Toboso farão uma visita guiada à exposição "A Hora Antes do Pôr-do-Sol".
    A visita será conduzida em espanhol e português.

    Para participar deve levantar o bilhete gratuito (máximo 2 por pessoa) até 15 minutos antes do início do evento no balcão da GMP. 
     
    Reserva antecipada através do e-mail galeriamunicipal@agoraporto.pt.
     
    A entrada requer a apresentação do certificado digital de vacinação ou de recuperação válidos, ou certificado de testagem negativo (teste PCR realizado 72h antes ou teste antigénio realizado 48h antes).
  • Sábado, 29 de janeiro, 17h

    Lançamento da sétima edição da Contemporânea

    No próximo sábado acontece o lançamento da versão impressa da sétima edição da Contemporânea. A sessão contará ainda com a presença de Eduarda Neves, Maria Coutinho e Susana Ventura.
    Local: Auditório da Biblioteca Municipal Almeida Garrett
    Hora: 17h
     
    Para participar deve levantar o bilhete gratuito (máximo 2 por pessoa) até 15 minutos antes do início do evento no balcão da GMP. 
     
    Reserva antecipada através do e-mail galeriamunicipal@agoraporto.pt.
     
    A entrada requer a apresentação do certificado digital de vacinação ou de recuperação válidos, ou certificado de testagem negativo (teste PCR realizado 72h antes ou teste antigénio realizado 48h antes).
  • Domingo, 23 de janeiro, às 16h

    "Erro 417: Expectativa Falhada" - Visita guiada com a curadora

    No domingo, dia 23 de janeiro, a curadora Marta Espiridião fará uma visita guiada à exposição coletiva "Erro 417: Expectativa Falhada".
    Atividade sujeita a inscrição prévia, através do e-mail galeriamunicipal@agoraporto.pt.
     
    Entrada livre

    A visita requer a apresentação do certificado digital de vacinação ou de recuperação válidos OU certificado de testagem negativo (teste PCR realizado 72h antes ou teste antigénio realizado 48h antes).
  • Abertura das exposições

    No próximo dia 11 de dezembro, a Galeria Municipal do Porto inaugura dois novos projetos expositivos, — "A Hora Antes do Pôr-do-Sol", da artista Milena Bonilla, com curadoria de Juan Luis Toboso e a exposição coletiva "Erro 417: Expectativa Falhada", com curadoria de Marta Espiridião, que resulta do projeto concursal Expo’98 no Porto. 
    Das 10h às 18 horas. 

    Entrada livre
  • Domingo, 21 de novembro, 16h

    Programa de encerramento - Os Novos Babilónios: Atravessar a Fronteira

    O artista Pedro G. Romero convidou a bailaora afrodescendente Yinka Esi Graves para a performance de encerramento da exposição Novos Babilónios – Atravessar a Fronteira.
    A criação The Disappearing Act integra um projeto em curso (em colaboração audiovisual com Miguel Ángel Rosales) e resulta da residência que a artista realizou, em setembro, nos jardins do Palácio de Cristal, tendo por base a Primeira Exposição Colonial Portuguesa.

    Em estreita relação com o projeto, Yinka Esi Graves apresentará a performance no local da exposição da Galeria, seguido de uma projeção de filmes co-criados com Miguel Angel Rosales e uma conversa com a artista no auditório da Biblioteca Municipal Almeida Garret. 

    No mesmo dia, às 21 horas, no Pequeno Auditório do Teatro Rivoli, será também exibido o filme "Nueve Sevillas", de Pedro G. Romero e Gonzalo García Pelayo, que apresenta um retrato do novo flamenco, em Sevilha, através de nove protagonistas. A sessão resulta de uma colaboração entre a GMP e o festival de cinema Porto/Post/Doc, integrando a Competição Transmission, e contará com a introdução de Pedro G. Romero e Guilherme Blanc, diretor artístico do Batalha Centro de Cinema.
    Performance, projeção de filmes e conversa
    Local: Galeria Municipal do Porto, Auditório da Biblioteca Municipal Almeida Garrett
    Hora: 16h
    Reserva antecipada de bilhete (gratuito) através do e-mail galeriamunicipal@agoraporto.pt
     
    A conversa decorrerá em inglês.

    "Nueve Sevillas", projeção de filme
    Local: Porto/Post/Doc Film & Media Festival, pequeno auditório do Teatro Municipal Rivoli
    Hora: 21h
    Mais informações acerca da compra do bilhete no website do Porto/Post/Doc
     
     
    Créditos da imagem: Miguel Angel Rosales
  • Sábado, 13 de novembro, das 16h às 19h

    Percurso com Felícia Teixeira, Oriente–Campanhã

    ping! — Programa de Incursão à Galeria
    Exodus / Exodus para Todos

    Neste roteiro Exodus, a artista visual Felícia Teixeira irá propor uma visita por diferentes espaços de criação e mostra artísticas da área, mantendo a premissa de aproximação do público aos lugares e agentes culturais da cidade. 
    Neste novo percurso 'Oriente-Campanhã', os participantes terão a oportunidade de conhecer o atelier coletivo Campanice, o Atelier Logicofobista e o espaço Hotelier. 



    Felícia Teixeira trabalha desde 2011 enquanto artista plástica, em dupla com João Brojo, integrando exposições nacionais e internacionais, em espaços como a Galeria Graça Brandão, os Maus Hábitos, o Espaço Mira (Portugal) e a New Jorg (Áustria). Em 2014, concluiu o mestrado em Práticas Artísticas Contemporâneas pela Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto. Em paralelo, desenvolve trabalho em produção cultural tendo já colaborado com a Fundação de Serralves, a Câmara Municipal do Porto, os Maus Hábitos, a Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto, a Casa da Animação, a UPTEC e os Municípios de Vila Real e do Fundão.
    Todos os percursos são realizados a pé.
    Local de encontro: Campanice (Rua Anselmo Braancamp, 529. 4000-084 Porto)

    Para participar nos percursos, deve inscrever-se previamente.
    A seleção dos participantes será feita por ordem de inscrição, através do e-mail galeriamunicipal@agoraporto.pt.

    Créditos da imagem: "Parque Zootrónico", Atelier Logicofobista, 2020
  • 6 de novembro, às 16h

    Visitas guiadas às exposições

    A Galeria Municipal do Porto realiza uma visita guiada às exposições no primeiro sábado de cada mês.
     Entrada livre

    Atividade sujeita a inscrição prévia, através do e-mail galeriamunicipal@agoraporto.pt.
  • Sexta (18h00-20h00) e sábado (10h00-17h00), 5 e 6 de novembro

    Formas Partilhadas – Workshop de Terracota com Formabesta

    Workshop de terracota orientado pelo coletivo de artistas Formabesta (Juan e Salvador Cidrás), em parceria com a Ó! Cerâmica.

    Com base na ideia de “jogar” e “aprender fazendo”, esta oficina parte de uma série de formas tradicionais em argila para realizar um processo contínuo de transformação em outras formas que surgem da improvisação, do acaso e da ação colaborativa. Como nos lembra Bruno Munari, o que importa é a possibilidade de jogar com inúmeras possibilidades, mudando incessantemente, testando e testando. Só assim, "a mente se torna flexível, o pensamento dinâmico: o indivíduo criativo".

    Salvador Cidrás e Vicente Blanco, são artistas plásticos e professores da área de Expressão Plástica da Universidade de Santiago de Compostela na Facultad de Formación de Profesorado de Lugo. Licenciados en Belas Artes pela Universidad de Vigo, doutorados em Humanidades (USC) e Belas Artes (UGR), respectivamente e licenciados em Cerámica pela EASD Ramón Falcón, Lugo, desenvolvem a sua investigação artística em diferentes meios, como o vídeo, desenho, escultura e instalação. A sua obra foi exposta individualmente em diferentes museus de arte contemporânea, como é o caso do Museo Reina Sofia (Madrid), CGAC (Compostela), MUSAC (León), assim como em diversas exposições coletivas.
    Inserido no programa público da exposição “Pés de Barro”, com curadoria de Chus Martínez e Filipa Ramos.
     
    Dirigido a adultos 

    Local: Ó Cerâmica (Rua de Adolfo Casais Monteiro 61, 4050-014 Porto)

    Para participar no workshop deve inscrever-se previamente. 

    A seleção dos participantes será feita por ordem de inscrição, através do e-mail galeriamunicipal@agoraporto.pt.

    O horário e as condições de participação estão sujeitos às normas de segurança impostas pela Direção-Geral da Saúde no período de realização do programa.

    Crédito da imagem: Formabesta (Salvador e Juan Cidras)

  • Sábado, 23 de outubro, das 16h às 19h

    Percurso com Fátima Lambert, Boavista–Baixa

    ping! — Programa de Incursão à Galeria
    Exodus / Exodus para Todos

     
    O novo percurso Exodus, parte do ping! - Programa de Incursão à Galeria, será proposto por Fátima Lambert. A curadora e crítica de arte apresentará um passeio que se iniciará pelos jardins do Palácio de Cristal com enfoque nas esculturas presentes e que fizeram parte do “Simpósio Internacional de Escultura em Pedra - Porto 85”, continuando depois com uma visita guiada às galerias Quadrado Azul e Pedro Oliveira.



    Curadora independente, crítica de arte e organizadora de eventos científicos e culturais privilegiando o eixo Brasil–Portugal, Fátima Lambert é doutorada em Filosofia Moderna e Contemporânea — Estética pela Faculdade de Filosofia e Ciências Sociais da Universidade Católica Portuguesa. Leciona Estética e Educação na Escola Superior de Educação do Politécnico do Porto, onde coordena a linha de investigação Cultura, Artes e Educação do inED — Centro de Investigação e Inovação em Educação, a licenciatura de Gestão do Património e o mestrado Património, Artes e Turismo Cultural. Integra várias comissões científicas de revistas internacionais. É autora de monografias e livros, publicando regularmente em revistas científicas.
    Todos os percursos são realizados a pé.
    Local de encontro a definir: Galeria Municipal do Porto

    Para participar nos percursos, deve inscrever-se previamente.
    A seleção dos participantes será feita por ordem de inscrição, através do e-mail galeriamunicipal@agoraporto.pt.

    Créditos da imagem: Galeria Quadrado Azul
  • Sexta, outubro 22 às 19h

    Conferência com Bruno Sena Martins + Encerramento do programa

    Bruno Sena Martins fará uma apresentação intitulada A autorrepresentação das vidas negras: entre legados imperiais e resistências ancestrais. Aqui será proposta uma análise crítica, histórica e política da Primeira Exposição Colonial Portuguesa, inserindo-a no contexto nacional e internacional, e discutindo os seus vestígios na memória coletiva e no espaço urbano atual.
     
    À conferência seguir-se-á o momento de encerramento do programa Um Elefante no Palácio de Cristal, parte do ping!, e a apresentação de um dos projetos resultantes, – "ATLAS", desenhado pelos Interstruct Collective. 
     
    Licenciado em Antropologia e doutorado em Sociologia, Bruno Sena Martins é investigador do CES — Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra, onde cocoordena o programa de doutoramento Human Rights in Contemporary Societies e leciona no programa de doutoramento Pós-Colonialismo e Cidadania Global. Foi vice-presidente do conselho científico do CES, entre 2017 e 2019, e cocoordenador do núcleo Democracia, Cidadania e Direito da mesma instituição, entre 2013 e 2016. Tem pesquisado e publicado sobre temas como corpo, deficiência, direitos humanos, racismo e colonialismo, e é coautor de diversos livros, entre os quais Não Posso Ser Quem Somos? (2020) e Quem Precisa dos Direitos Humanos? (2019).
    Local: Auditório da Biblioteca Municipal Almeida Garret
    Hora: 19h00

    Para participar na apresentação deve levantar o bilhete gratuito (máximo 2 por pessoa) até 15 minutos antes do início do evento.
    Pode reservar o seu lugar antecipadamente através do e-mail galeriamunicipal@agoraporto.pt.

    Crédito da imagem: Maria Paula Kemmer
  • Sábado, 16 de Outubro às 16h00

    Pandemic - Visita guiada com o artista e curadores

    O artista Filipe Marques e os curadores Isabeli Santiago e Juan Luis Toboso farão uma visita guiada à exposição PANDEMIC – I Don’t Know Karate But I know Ka-razor, inaugurada no passado dia 18 de setembro. 
    Para para assistir à visita deve levantar o bilhete gratuito (máximo 2 por pessoa) até 15 minutos antes do início do evento.
    Pode reservar o seu lugar antecipadamente através do e-mail galeriamunicipal@agoraporto.pt.
  • Sexta-feira (18h-20h) e sábado (10h-16h), 15 e 16 de outubro

    Assembleia das Plantas - Workshop com Uriel Orlow

    ping! — Programa de Incursão à Galeria
    Gineceu & Estigma / Especulações Botânicas

    Este workshop resulta de uma residência de investigação que o artista realizou nos Jardins do Palácio de Cristal, para dar lugar a uma interpretação sobre as implicações políticas, curativas e históricas da relação entre humanos e plantas. Será constituído por dois momentos ligados entre si.

    A sessão contou ainda com a participação de Fernanda Botelho e do projeto Landra, composto por Sara Rodrigues e Rodrigo B. Camacho.

    A prática do investigador e artista multidisciplinar Uriel Orlow integra filme, fotografia, desenho e som e tem incidido especialmente sobre temas como os resíduos do colonialismo, as manifestações espaciais da memória, e o mundo botânico enquanto palco político. A sua obra já foi exposta em diversas instituições reconhecidas internacionalmente, como Tate Modern (Reino Unido), Palais de Tokyo (França), Kunsthaus Zürich e Centre d’Art Contemporain Genève (Suíça). Já publicou três monografias — Conversing with Leaves (2020), Soil Affinities (2019) e Theatrum Botanicum (2018) — e, atualmente, leciona na Universidade de Westminster, no Royal College of Art (Reino Unido) e na Zurich University of the Arts (Suíça).

    Fernanda Botelho é especialista em plantas silvestres, nomeadamente nos seus usos medicinais e culinários. Viveu 17 anos em Inglaterra onde fez formações em Botânica, Fitoterapia e Pedagogia, tendo estudado plantas medicinais na Scottish School of Herbal Medicine (1997). É colaboradora do programa Eco-Escolas e autora de uma coleção de livros infantis, nomeadamente “Salada de Flores” (2011), “Sementes à Solta (2013)” e “Hortas Aromáticas” (2016). Escreveu ainda “As plantas e a saúde” (2013), “Uma mão cheia de plantas que curam – 55 espécies espontâneas em Portugal” (2016) e o recém-lançado "Ervas que se comem" (2021). É co-autora do “O meu primeiro Herbário de Plantas Medicinais” (2017) e “Cosmética Natural” (2020). Publica anualmente, desde 2010, uma agenda de Plantas Medicinais e organiza passeios guiados e workshops de reconhecimento de plantas a convite de várias entidades. Contribui regularmente sobre plantas medicinais em programas televisivos da RTP, assim como em diversas revistas, websites dedicados. 
     
    Sara Rodrigues e Rodrigo B. Camacho são artistas interdisciplinares e criadores do projeto Landra, um carvalhal e agro-floresta em desenvolvimento num vale nos pés da Serra da Cabreira. Para além de servir como residência, é também um centro de pesquisa e educação em culturas regenerativas, energia sustentável e arte não institucional. Landra é o nome dado às bolotas do Minho à Galiza e remete para uma cultura de subsistência e autonomia, onde outrora os frutos dos carvalhos ofereciam comida às populações, para além de melhorarem a terra e os seus ecossistemas, ano após ano.
    Mais informações sobre o projeto em www.landra.pt.
    Local
    Jardins do Palácio e Palco do Auditório da Biblioteca Municipal Almeida Garrett

    Para participar no workshop deve inscrever-se previamente. 

    A seleção dos participantes será feita por ordem de inscrição, através do e-mail galeriamunicipal@agoraporto.pt.

    Crédito da imagem: Dan Weill. Uriel Orlow, "The Medicinal Garden Project", The Showroom, Londres, 2016
     
  • Sábado, 09 de Outubro, 16h-18h

    Pandemic - Performances de António Poppe, José Marrucho e Flávio Rodrigues

    A noção de tempo, explorada na exposição de Filipe Marques na GMP, materializa-se também nas quase 10 horas de duração do vídeo “Whatevah you do, don't look me too long in the eyes. Now it’s your turn to cry”, e serve de impulso para a criação de três performances, onde a voz, o corpo e o som serão exploradas, sequencialmente, com autoria de António Poppe, Flávio Rodrigues e José Marrucho.


    Flávio Rodrigues, artista multidisciplinar, cruza meios tão distintos como a dança, desenho, performance, som e escultura, entre outros.
    José Marrucho é músico e tem trabalhado, para além do jazz, em projectos do universo do Krautrock, Stoner, música electrónica e experimental.
    António Poppe é artista visual e tem vindo a explorar o cruzamento entre a poesia, a performance e as artes visuais.
    Auditório da Biblioteca Municipal Almeida Garrett
     
    Para assistir às performances deve levantar o bilhete gratuito (máximo 2 por pessoa) até 15 minutos antes do início do evento.
    Pode reservar o seu lugar antecipadamente através do e-mail galeriamunicipal@agoraporto.pt.
  • Domingo, 3 de outubro, das 16 às 18 horas

    A evolução da Representação da Natureza na cidade – Percurso para os jardins com Carla Filipe

    ping! — Programa de Incursão à Galeria
    Gineceu & Estigma / Especulações Botânicas


    Exotismo; Mini Zoo; Chico macaco; Leão Sofala
    velhinho, sempre a dormir, já não alegrava a fantasia das crianças com o grunhir da Selva.
    1910 inaugura a Jaula de Macacos. Triste com mau cheiro nas proximidades
    Um abutre chamado Jorginho e outros "macacos" do Palácio
    1993-08-28
    Barões e Viscondes
    A Sociedade Agrícola Portuense
    restaurante de 3º classe
    16 palmeiras
    21 acácias
    17 eucaliptos
    18 plantas de Angola
    64 coníferas
    134 plantas diversas
    116 petúnias

    é um fenómeno contextualizado incorporado na construção das mentalidades específicas da cultura ocidental
    Sociedade Agrícola
    Revolta Liberal
    Ferro e cimento

    Dr. António Ferreira Braga grande capitalista acabaria por morrer no ano de 1870 na miséria por abrir os cofres para o concretizar seu sonho – O Palácio de Cristal
    Séc. XXI
    Plantas Invasoras: acácia
    24-25 Pavões
    mais machos que fêmeas, ao contrário do Garnisé
    mais garnisés que coquichas = 4 machos + 2 fêmeas
    por vezes desaparecem junto ao ninho, o alimento de um gato ou das gaivotas
    ratazanas tudo controlado
    Lagos sem vida Natural

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    Licenciada em Artes Plásticas e mestre em Práticas Artísticas Contemporâneas pela Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto, Carla Filipe começou a expor no início dos anos 2000. Cofundou o Salão Olímpico e o Projecto Apêndice e, em 2009, recebeu uma bolsa da Fundação Calouste Gulbenkian. Através de um olhar atento e de um marcado envolvimento com o seu entorno, a artista busca os elementos basilares que conferem sentido à vida de uma comunidade específica, construindo a sua obra a partir da relação permeável entre objetos de arte, cultura popular e ativismo. Recentemente, integrou Incerteza Viva (32.ª Bienal de São Paulo, Brasil, 2016), foi cocuradora de O ontem morreu hoje, o hoje morre amanhã (Galeria Municipal do Porto, Portugal, 2018) e expôs a solo em Amanhã não há arte (MAAT, Portugal, 2019).

    O CIIMAR - Centro interdisciplinar de Investigação Marinha e Ambiental - é uma instituição de investigação científica e de formação avançada da Universidade do Porto. Tem como missão o desenvolvimento de investigação de excelência, a promoção do desenvolvimento tecnológico e o apoio a políticas públicas na área das Ciências Marinhas e Ambientais.
    Doutorado em biologia e pós-doc em Comunicação de Ciências, José Teixeira é coordenador do Gabinete de Comunicação de Ciência do CIIMAR desde 2014. Entre outras tarefas, é responsável pelo desenvolvimento e implementação de projetos de literacia do oceano e coordenador da Campanha Charcos com Vida.
    Marisa Naia é bióloga e mestre em Biodiversidade, Genética e Evolução pela Universidade do Porto. Integra atualmente o Gabinete de Comunicação do CIIMAR onde desempenha funções de comunicação nos projetos PONDERFUL e Charcos com Vida.

    Com a participação de José Teixeira e Marisa Naia 
    (CIIMAR - Centro interdisciplinar de Investigação Marinha e Ambiental)

    Local
    Jardins do Palácio

    Para participar no percurso deve inscrever-se previamente.
    A seleção dos participantes será feita por ordem de inscrição, através do e-mail galeriamunicipal@agoraporto.pt.

    Crédito da imagem: Carla Filipe, Julho 10 
  • Sábado, 2 de outubro, das 16h às 19h

    Percurso com Francisco Babo, Oriente–Campanhã

    ping! — Programa de Incursão à Galeria
    Exodus / Exodus para Todos

    Licenciado em Pintura e Práticas Artísticas Contemporâneas pela Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto, Francisco Babo desenvolve, em conjunto com José Oliveira, programação no Café CCOP, através da dupla Leosandro Vincitelli. É editor da revista Pánčho e fundador da banda Kã e do projeto Sashimi Fishmonger. Recentemente, esteve envolvido na performance do grupo Windhund no evento MIDL#03 (Independent Resource Location, Portugal, 2019), na performance e exposição Monsieur Mercure (Home alonE, França, 2019) com Svenja Tiger, na exposição Xau Aí (Galeria do Sol, Portugal, 2018), e na apresentação do Cabaré Brutal, em dueto com Svenja Tiger (Auditório CCOP, Portugal, 2019–2020).
    Todos os percursos são realizados a pé.

    Local de encontro: Galeria OCUPA /  Rua do Bonfim 422,424, Porto

    Para participar nos percursos, deve inscrever-se previamente.
    A seleção dos participantes será feita por ordem de inscrição, através do e-mail galeriamunicipal@agoraporto.pt.
  • 2 de outubro, às 16h

    Visitas guiadas às exposições

    A Galeria Municipal do Porto realiza uma visita guiada às exposições no primeiro sábado de cada mês.
     Entrada livre


    Atividade sujeita a inscrição prévia, através do e-mail galeriamunicipal@agoraporto.pt.
  • Sábado, 25 de setembro, das 16 às 19h

    Percurso com Maura Marvão, Baixa–Rio Douro

    ping! — Programa de Incursão à Galeria
    Exodus / Exodus para Todos

    Licenciada em Direito pela Universidade Católica Portuguesa, Maura Marvão concluiu o mestrado em Arts Administration pela New York University (EUA). Trabalhou nas Nações Unidas e no New Museum of Contemporary Art (EUA), foi presidente da Associação de Difusão Internacional de Arte Contemporânea e lecionou a disciplina de Marketing Cultural em várias instituições, entre elas na Escola das Artes — Universidade Católica Portuguesa. Atualmente, é a representante em Portugal e Espanha da leiloeira Phillips, membro do Conselho de Administração da Fundação da Juventude (Pelouro da Cultura), e fundadora e presidente do núcleo português do National Museum for Women in the Arts de Washington.
    Todos os percursos são realizados a pé.

    Local de encontro:Galeria Municipal do Porto

    Para participar nos percursos, deve inscrever-se previamente.
    A seleção dos participantes será feita por ordem de inscrição, através do e-mail galeriamunicipal@agoraporto.pt.
  • Domingo, 19 de setembro, às 16h

    Fado ou Flamenco - Conversa com Pedro G. Romero. Moderação de Armando Sousa (Fonoteca Municipal do Porto)

    O artista Pedro G. Romero vai conversar sobre Fado e Flamenco, dando a escutar uma seleção de discos de vinil a partir do arquivo sonoro da Fonoteca Municipal e de uma lista que integram, para além da sua investigação, a exposição Os novos babilónios: Atravessar a fronteira
    Local:
    Fonoteca Municipal do Porto
    Rua Pinto Bessa, 122, Armazém 12 4300–427 Porto

    O evento é gratuito, mas é necessário o levantamento de bilhete no próprio local, a partir de 1 hora antes do seu início, e seguirão as normas de segurança impostas pela DGS à altura do evento. É possível efetuar a reserva de lugar antecipadamente através do email galeriamunicipal@agoraporto.pt.
  • 7 de agosto, às 16h

    Visitas guiadas às exposições

    A Galeria Municipal do Porto realiza uma visita guiada às exposições no primeiro sábado de cada mês.
    Entrada livre


    Atividade sujeita a inscrição prévia, através do e-mail galeriamunicipal@agoraporto.pt.
  • Sábado, 10 de julho às 19h

    Anuário 20 / Performance de Kiluanji Kia Henda: Resetting Bird's Memories

    Kiluanji Kia Henda (Luanda, Angola, 1979) – um dos mais relevantes artistas e ativistas no panorama da arte contemporânea – apresenta a performance “Resetting Bird’s Memories”. Aqui se conta a história da Praça Kinaxi, em Luanda, através do corpo das atrizes Zia Soares e Odete Mosso que a trazem à vida e, através delas, se representa o passado violento daquele local, dos seus governantes e dos seus monumentos. Uma performance que convida à reflexão do mundo em mudança, à visão nostálgica daquela época e à relação pré-colonial.


    Círculo Católico de Operários do Porto

    Com a participação de Zia Soares e Odete Mosso.



    As atividades são gratuitas, mas é necessário o levantamento de bilhete no próprio local, a partir de duas horas antes do seu início, e seguirão as normas de segurança impostas pela DGS à altura do evento. É possível efetuar a reserva de lugar antecipadamente através do email galeriamunicipal@agoraporto.pt.
  • Sábado, 10 de julho às 21h

    Anuário 20 / DJ Set de Sound Preta

    O projeto musical Sound Preta, composto por DJ Clita, DJ Patisol e LOLA, apresentará um DJ-Set, parte do programa público do projeto "Anuário 20". 

    CCOP - Círculo Católico de Operários do Porto
    Rua do Duque de Loulé, 202
    4000-053 Porto

    21h

    As atividades são gratuitas, mas é necessário o levantamento de bilhete no próprio local, a partir de duas horas antes do seu início, e seguirão as normas de segurança impostas pela DGS à altura do evento. É possível efetuar a reserva de lugar antecipadamente através do email galeriamunicipal@agoraporto.pt.

    Créditos da Imagem: Ajé Orum

    Vídeo: Jade Rocha 
    Iluminação: Luisa L'Abbate 
    Styling: Marine Sigaut
  • 3 de julho, das 16h às 17h

    Visitas guiadas às exposições

    A Galeria Municipal do Porto realiza uma visita guiada às exposições no primeiro sábado de cada mês.
    Entrada livre

    Das 16 às 17 horas

    Atividade sujeita a inscrição prévia, através do e-mail galeriamunicipal@agoraporto.pt.
  • Sexta-feira, 2 de julho às 19 horas

    Artist talk de Uriel Orlow – Conversa com as Folhas

    ping! — Programa de Incursão à Galeria
    Gineceu & Estigma / Especulações Botânicas

    O artista Uriel Orlow falará sobre alguns de seus projetos artísticos recentes que olham para o mundo botânico como palco para a política e história: árvores como testemunhas, a migração das flores, nacionalismo botânico, jardins como ferramentas de resistência e testes de plantas medicinais para o neo-colonialismo — estes são alguns dos temas em que Uriel Orlow tem debruçado a sua investigação artística. O artista parte de lugares específicos e micro-histórias como pontos de partida para conversas sobre os emaranhados das plantas humanas, criando obras nas quais as plantas são, simultaneamente, narradoras e protagonistas.



    A prática artística de Uriel Orlow é baseada na pesquisa, orientada para o processo e multidisciplinaridade, incluindo o filme, a fotografia, o desenho e o som. Exposições individuais recentes incluem La Loge, Bruxelas; State of Concept, Atenas; Kunsthalle Mainz, Tabakalera, San Sebastian; Kunsthalle St Gallen, Les Laboratoires d’Aubervilliers Paris, Market Photo Workshop and Pool, Joanesburgo; The Showroom, Londres ou Castello di Rivoli, Turim, entre outras.
    As obras de Orlow são apresentadas internacionalmente em museus, festivais de cinema e bienais, incluindo a Manifesta 12, Palermo (2018), Sharjah Biennial (2017) e a Bienal de Veneza (2011). Em 2020, Orlow recebeu o Prémio CF Meyer e em 2017 recebeu o Prémio Bienal de Sharjah. Orlow também recebeu três prémios Swiss Art, na Art Basel. Monografias recentes incluem “Conversing with Leaves” (Archive Books, 2020), “Soil Affinities” (Shelter Press, 2019) e “Theatrum Botanicum” (Sternberg Press, 2018). Uriel Orlow é pesquisador sênior da University of Westminster London, professor visitante no Royal College of Art London e docente da University of the Arts Zurich (ZHdK). www.urielorlow.net
     
    Auditório da Biblioteca Municipal Almeida Garrett
     
    A apresentação decorrerá em inglês (tradução simultânea disponível para português).
     
    Para participar na apresentação deve levantar o bilhete gratuito (máximo 2 por pessoa) até 15 minutos antes do início do evento.
    Pode reservar o seu lugar antecipadamente através do e-mail galeriamunicipal@agoraporto.pt.
     
    Fotografia: Renato Cruz Santos
  • Quinta-feira, 1 de julho às 19h

    Conferência com Yayo Herrero – Pensar como uma árvore: Ética e Estética recompõem os laços quebrados com a terra. Moderação de Marta Lança

    ping! — Programa de Incursão à Galeria
    Gineceu & Estigma / Ecopensamento

    Antropóloga, engenheira técnica agrícola e ativista, Yayo Herrero é uma das mais reconhecidas vozes do ecofeminismo a nível europeu. É professora da Cátedra
    UNESCO de Educação Ambiental e Desenvolvimento Sustentável na Universidad Nacional de Educación a Distancia (Espanha) e é sócia-fundadora da Cooperativa Garúa. Entre 2005 e 2014, coordenou o grupo espanhol Ecologistas en Acción e, entre 2012 e 2018, foi diretora da Fundación FUHEM, que promove a justiça social, o aprofundamento da democracia e a sustentabilidade ambiental. É, ainda, coautora de diversos livros e artigos relacionados com o campo interdisciplinar da ecologia social. 

     
    Formada em Literatura Portuguesa e doutoranda em Estudos Artísticos, Marta Lança tem investigado sobre questões pós‑coloniais, disputas de memória e produção de conhecimento em plataformas colaborativas. Já trabalhou nas áreas da cultura e da educação em Cabo Verde, Angola, Moçambique e Brasil. Criou e edita, desde 2010, o portal BUALA. Recentemente organizou os encontros Sou esparça e a liquidez maciça: gestos de liberdade (MAAT, Portugal, 2020) e Terra Batida: uma rede de arte e ciência sobre conflitos socioambientais (Festival Alkantara, Portugal, 2020), com Rita Natálio.
    Local
    Auditório da Biblioteca Municipal Almeida Garrett

    Para assistir à conferência deve levantar o bilhete gratuito (máximo 2 por pessoa) até 15 minutos antes do início do evento.
    Pode reservar o seu lugar antecipadamente através do e-mail galeriamunicipal@agoraporto.pt.

    Fotografia: Renato Cruz Santos
  • Sábado, 26 de Junho, das 16 às 19h

    Percurso com Vera Carmo, Boavista–Baixa

    ping! — Programa de Incursão à Galeria
    Exodus / Exodus para Todos

    Investigadora e curadora independente, Vera Carmo licenciou‑se em Escultura e concluiu o mestrado em Estudos Museológicos e Curadoriaispela Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto. Frequenta, atualmente, o programa de doutoramento em Artes Plásticas na mesma instituição. Docente no Instituto Universitário da Maia, é ainda colaboradora da plataforma CineVideoArte — Catálogo de Filmes e Vídeos de Artistas Portugueses e coeditora da fanzine MOLA, dedicada aos espaços independentes da cidade do Porto. É membro fundador da associação Rampa.
    Todos os percursos são realizados a pé.

    Local de encontro:
    Maus Hábitos - Rua Passos Manuel 178, 4º Porto 

    Para participar nos percursos, deve inscrever-se previamente.
    A seleção dos participantes será feita por ordem de inscrição, através do e-mail galeriamunicipal@agoraporto.pt.

    Fotografia: Renato Cruz Santos
  • Sábado, 26 de junho às 16h

    Anuário 20 / Conversa: Cartografias do Comum – O Lugar do Coletivo na Cidade II

    Num exercício atento de reflexão sobre a cidade e as suas múltiplas dinâmicas e manifestações, a equipa curatorial do Anuário 20 convida para duas conversas sobre o título "Cartografias do comum – o lugar do coletivo na cidade", coletivos, iniciativas e movimentos auto-geridos e espontâneos, que durante o ano de 2020 contribuíram para a reconfiguração de um território-comunidade mais inclusivo e plural.
     
    Num ano em que solidariedade foi uma das palavras mais repetidas, propomos, nesta reflexão conjunta, pensar a cidade enquanto espaço de ativação e manutenção de práticas quotidianas do cuidar e do curar.
    CCOP - Círculo Católico de Operários do Porto
    Rua do Duque de Loulé, 202
    4000-053 Porto

    16h

    Com:
    Dori Nigro 
    Svenja Tiger
    Beatriz Blasi
    Verónica Lopes (Projeto: por um Porto que se lembre de Gisberta Salce Júnior; MOP - Marcha do Orgulho do Porto)
    Irina Pereira (Oficina Arara)

    Moderação:
    Ana Resende
    Andreia Garcia
    Melissa Rodrigues

    Todas as atividades são gratuitas, mas pressupõem o levantamento de bilhete a partir de duas horas antes do seu início, e seguirão as normas de segurança impostas pela DGS à altura da evento. É possível efetuar a reserva de lugar antecipadamente através do email galeriamunicipal@agoraporto.pt.
  • Sábado, 26 de junho às 19h

    Anuário 20 / Concerto de Arianna Casellas

     
    CCOP - Círculo Católico de Operários do Porto
    Rua do Duque de Loulé, 202
    4000-053 Porto

    19h

    As atividades são gratuitas, mas é necessário o levantamento de bilhete no próprio local, a partir de duas horas antes do seu início, e seguirão as normas de segurança impostas pela DGS à altura do evento. É possível efetuar a reserva de lugar antecipadamente através do email galeriamunicipal@agoraporto.pt.
  • Domingo, 20 de junho às 16h

    Wall גדר جدار - Visita Guiada com Guilherme Blanc

    Guilherme Blanc, curador de "Wall גדר جدار", de Inés Moldavsky, na Galeria Municipal do Porto, fará uma visita guiada à exposição. 

    Guilherme Blanc é Diretor Artístico do Batalha - Centro de Cinema. Entre 2018 e 2020 foi diretor do Departamento Arte Contemporânea e Cinema da empresa municipal Ágora, onde dirigiu projetos como a Galeria Municipal do Porto, o Fórum do Futuro e programas discursivos e de apoio à arte contemporâ­nea. Trabalhou ao longo dos anos como curador independente de cinema, colaborando com instituições como Institute of Con­temporary Arts London ou o Barbican Centre. De 2014 a 2018 foi Adjunto do Vereador e do Presidente da Câmara do Porto para a Cultura. Leciona, desde 2017, disciplinas de Cinema em Licenciatura e Mestrado na Universidade Católica Portuguesa - Escola das Artes. 
     
    Local:
    Galeria Municipal do Porto

    Para assistir à visita na Galeria Municipal do Porto, deve levantar o bilhete gratuito (máximo 2 por pessoa) até 15 minutos antes do início do evento. Pode reservar o seu lugar antecipadamente através do e-mail galeriamunicipal@agoraporto.pt.
  • Sábado, 19 de junho, das 10h às 13h

    ATLAS III – Workshop e percurso para os jardins com InterStruct Collective

    ping! — Programa de Incursão à Galeria
    Um Elefante no Palácio de Cristal / Encenação do Império Colonial

    Neste workshop será desenhada uma cartografia relacional entre imagens, palavras e conceitos referentes à Primeira Exposição Colonial Portuguesa e ao seu legado.

    Pela pertinência e relevância do trabalho desenvolvido em torno da Primeira Exposição Colonial Portuguesa do legado colonial no espaço público, o InterStruct Collective foi convidado a realizar o projeto ATLAS, que atravessa e une os diferentes momentos deste programa. Criado em 2018, o coletivo visa fomentar o diálogo em torno do interculturalismo, proporcionando uma plataforma discursiva onde pessoas de diferentes origens culturais podem colaborar, propor intervenções e encenar projetos artísticos de importância social. O InterStruct Collective é composto por Claire Sivier, Desirée Desmarattes, Isabel Stein, Melissa Rodrigues, Miguel F., Sebastian Ioan e Vijay Patel.
    Local
    Jardins do Palácio e Auditório da Biblioteca Municipal Almeida Garrett

    A participação em qualquer um dos três workshops Atlas é independente da participação nos restantes.
     
    Para participar no workshop deve inscrever-se previamente. A seleção dos participantes será feita por ordem de inscrição, através do e-mail galeriamunicipal@agoraporto.pt

    Para participar nas atividades realizadas no Auditório da BMAG, deve levantar o bilhete gratuito (máximo 2 por pessoa) até 15 minutos antes do início do evento. Pode reservar o seu lugar antecipadamente através do e-mail galeriamunicipal@agoraporto.pt. 

    Fotografia: Renato Cruz Santos
  • Sexta-feira, 18 de junho, às 19h

    Sessão de cinema – Visões do Império, de Joana Pontes

    ping! — Programa de Incursão à Galeria
    Um Elefante no Palácio de Cristal / Encenação do Império Colonial

    Um filme sobre o modo como o império português e a sua história foram imaginados, documentados e publicitados a partir do registo fotográfico, desde o final do século XIX até à revolução que, em 1974, pôs fim ao regime político autoritário que governava Portugal.

    Doutorada em História, na especialidade de Impérios, Colonialismo e Pós‑Colonialismo, Joana Pontes estudou também Psicologia, na Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade de Lisboa, e Cinema, na Escola Superior de Teatro e Cinema de Lisboa. De 2004 a 2008, foi assessora da Direção de Programas da RTP para a área do documentário. Atualmente, dedica‑se à escrita e realização de documentários, lecionando nessa área na Escola Superior de Comunicação Social. Recebeu o Grande Prémio da Lusofonia atribuído ao documentário O Escritor Prodigioso (2005). É coautora do livro A Hora da Liberdade (2012).
    Visões do Império, de Joana Pontes
    2020, Portugal, 93’

    Local
    Auditório da Biblioteca Municipal Almeida Garrett

    Para participar nas atividades realizadas no Auditório da Auditório da Biblioteca Municipal Almeida Garrett, deve levantar o bilhete gratuito (máximo 2 por pessoa) até 15 minutos antes do início do evento. Pode reservar o seu lugar antecipadamente através do e-mail galeriamunicipal@agoraporto.pt.

    Fotografia: Renato Cruz Santos
  • Sexta-feira, 18 de junho, das 14h às 18h

    Workshop com Bárbara Neves Alves

    ping! — Programa de Incursão à Galeria
    Um Elefante no Palácio de Cristal / Encenação do Império Colonial

    Neste workshop centrado no Monumento ao Esforço Colonizador Português serão exploradas práticas de investigação, experimentação e crítica que estimulem a reinscrição do monumento no debate público e no espaço da cidade, partindo da sua história e materialidade.
     
    Designer e investigadora, Bárbara Neves Alves doutorou‑se em Design na Goldsmiths, University of London com uma investigação em torno do conceito de miscommunication, que desafia a noção de 'boa comunicação' enquanto objetivo do design. Ultimamente, em Amsterdão, tem centrado o seu trabalho e investigação em temas como ecologias de comunicação, políticas de comunicação, ruído, métodos participativos, design socialmente responsável e práticas de descolonização. A par das suas investigações, Bárbara Neves Alves colaborou com o coletivo Cascoland e tem lecionado enquanto professora convidada em diversas instituições de ensino superior na Holanda.
    Local
    Palco do Auditório da Biblioteca Municipal Almeida Garrett

    Para participar no workshop, deve inscrever-se previamente. A seleção dos participantes será feita por ordem de inscrição, através do e-mail galeriamunicipal@agoraporto.pt

    Fotografia: Renato Cruz Santos
  • Quinta-feira, 17 de junho, às 19h

    Conferência com Patrícia Ferraz de Matos. Moderação de Alexandra Balona

    ping! — Programa de Incursão à Galeria
    Um Elefante no Palácio de Cristal / Encenação do Império Colonial

    Nesta conferência será proposta uma análise crítica, histórica e política da Primeira Exposição Colonial Portuguesa, inserindo-a no contexto nacional e internacional, e discutindo os seus vestígios na memória coletiva e no espaço urbano atual.
     
     
    Patrícia Ferraz de Matos é antropóloga e investigadora no Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa. Desde 2019, é editora associada do Anthropological Journal of European Cultures e membro da rede History of Anthropology Network. Doutorada em Antropologia Social e Cultural, tem centrado os seus estudos na história da antropologia portuguesa e no colonialismo português. Em 2005, recebeu o Prémio de História Contemporânea Victor de Sá, atribuído pela Universidade do Minho pela investigação As Côres do Império — Representações Raciais no Império Colonial Português. É, ainda, autora de A vida e a obra do Professor Mendes Correia (1888–1960): articulações entre antropologia, nacionalismo e colonialismo em Portugal (2011).


    Alexandra Balona é licenciada em arquitetura, investigadora e curadora independente. É doutoranda na European Graduate School & Lisbon Consortium e investigadora do Centro de Estudos de Comunicação e Cultura da Faculdade de Ciências Humanas da Universidade Católica Portuguesa. É membro da associação Rampa e cofundadora de PROSPECTIONS for Art, Education and Knowledge Production. Foi cocuradora de Metabolic Rifts (2017–2018), coeditora de Metabolic Rifts: Reader (2019) e de An Untimely Book (2018). Integra o conselho editorial da revista Sinais de Cena, é crítica de dança no jornal Público e publica em revistas como Contemporânea e Art Press.
    Local
    Auditório da Biblioteca Municipal Almeida Garrett

    Para assistir à conferência no Auditório da BMAG, deve levantar o bilhete gratuito (máximo 2 por pessoa) até 15 minutos antes do início do evento. Pode reservar o seu lugar antecipadamente através do e-mail galeriamunicipal@agoraporto.pt. 

    Fotografia: Rui Pinheiro
     
  • Percursos para Escolas

    ping! — Programa de Incursão à Galeria / Ensino Secundário e Superior

    Oriente–Campanhã
    Sessão I: 50 min. — Espaço escolar
    Sessão II: 120 min. — Realização do percurso
     
    Boavista–Baixa
    Sessão I: 50 min. — Espaço escolar
    Sessão II: 120 min. — Realização do percurso
     
    Baixa–Rio Douro
    Sessão I: 50 min. — Espaço escolar
    Sessão II: 120 min. — Realização do percurso
    Os percursos têm a lotação de uma turma e podem inscrever-se através do e-mail galeriamunicipal@agoraporto.pt.
  • Sábado, 12 de junho

    Abertura das exposições

    A Galeria Municipal do Porto inaugura dois novos projetos expositivos a 12 de junho: Pés de Barro, exposição coletiva com curadoria de Chus Martínez e Filipa Ramos, e Wall גדר جدار, de Inés Moldavsky, com curadoria de Guilherme Blanc.
     
    Na exposição Pés de Barro apresentam-se diferentes abordagens ao convite das curadoras dirigido a um grupo de artistas para questionar e refletir sobre as diferentes possibilidades da olaria e da cerâmica – tecnologias repletas de história e potência criativa. E se o futuro for uma tecnologia tão antiga e peculiar como o barro? E se o barro for o futuro e o futuro for o barro? Estas são algumas das questões que as curadoras Chus Martínez e Filipa Ramos propuseram aos artistas Neïl Beloufa, Isabel Carvalho, Gabriel Chaile, Pauline Curnier Jardin, Formabesta (Salvador Cidrás & Juan Cidrás), Tamara Henderson, Ana Jotta e Eduardo Navarro, e que agora se apresentam em exposição.
     
    Em Wall גדר جدار, a artista argentino-israelita Inés Moldavsky foi convidada a revisitar o seu filme “The Men Behind the Wall” – vencedor do Urso de Ouro no Festival Internacional de Cinema de Berlim, a Berlinale, em 2018 – onde contactou e conversou com homens palestinianos que vivem em Gaza e na Cisjordânia, através de uma aplicação de dating. Na Galeria Municipal do Porto, a artista expande esse cruzamento de fronteiras digitais, políticas, religiosas e de género, para construir vários momentos de conversas e, consequentemente, de análise cultural. A exposição tem curadoria de Guilherme Blanc.
  • Quinta-feira, 10 de junho, das 16h às 18h

    Percurso para os jardins com o Círculo das Leitoras Peripatéticas

    ping! — Programa de Incursão à Galeria
    Gineceu & Estigma / Ecopensamento

    As árvores, as raízes, as flores, as conchas, as estátuas, as fontes, as caminhadas, as silenciadas, a relva, a erva daninha, o pavão, o jardim, a natureza, a experiência, a mudança, a justiça, a renovação. As CLP propõem uma leitura animada por palavras, imagens, música, sons, e outros aditivos, que ganham raízes na Concha Acústica, mas levam-nos pelo jardim por meio de três narrativas, três percursos distintos, que acabam por se encontrar e cruzar caminho. O elo comum é deitar abaixo as musas-estátua sem voz, remexendo o fundo do lago, e revelando as histórias de mulheres criadoras, literatas, botânicas, artistas, cantoras. No final, o baile é no fundo do mar à roda da concha.

    O coletivo Círculo das Leitoras Peripatéticas é composto por Sofia Gonçalves, Susana Gaudêncio e Susana Pomba. Em 2014, as artistas estiveram em residência no Moinho da Fonte Santa, numa área geográfica isolada no concelho de Alandroal, Alentejo, onde trabalharam a partir de materiais da Biblioteca Biberstein‑Gusmão para a escrita de um guião a ser lido durante uma caminhada à volta do Moinho. Desta residência, denominada Elogio ao tempo lento, resultou a primeira edição do coletivo, composta por três ‘libretos’ apresentados como roteiros de acesso à biblioteca e à sua paisagem contígua.
    Local
    Jardins do Palácio

    Para participar no percurso deve inscrever-se previamente.
    A seleção dos participantes será feita por ordem de inscrição, através do e-mail galeriamunicipal@agoraporto.pt.

    Fotografia: Renato Cruz Santos
  • Sábado, 29 de maio, das 10h às 13h

    ATLAS II – Workshop e percurso para os jardins com InterStruct Collective

    ping! — Programa de Incursão à Galeria
    Um Elefante no Palácio de Cristal / Colonialismo, Capitalismo e Religião

    Neste workshop será desenhada uma cartografia relacional entre imagens, palavras e conceitos referentes à Primeira Exposição Colonial Portuguesa e ao seu legado.

    Pela pertinência e relevância do trabalho desenvolvido em torno da Primeira Exposição Colonial Portuguesa do legado colonial no espaço público, o InterStruct Collective foi convidado a realizar o projeto ATLAS, que atravessa e une os diferentes momentos deste programa. Criado em 2018, o coletivo visa fomentar o diálogo em torno do interculturalismo, proporcionando uma plataforma discursiva onde pessoas de diferentes origens culturais podem colaborar, propor intervenções e encenar projetos artísticos de importância social. O InterStruct Collective é composto por Claire Sivier, Desirée Desmarattes, Isabel Stein, Melissa Rodrigues, Miguel F., Sebastian Ioan e Vijay Patel.
    Local
    Jardins do Palácio e Auditório da Biblioteca Municipal Almeida Garrett

    A participação em qualquer um dos três workshops Atlas é independente da participação nos restantes.
     
    Para participar no workshop, deve inscrever-se previamente. A seleção dos participantes será feita por ordem de inscrição, através do e-mail galeriamunicipal@agoraporto.pt

    Para participar no percurso deve inscrever-se previamente.
    A seleção dos participantes será feita por ordem de inscrição, através do e-mail galeriamunicipal@agoraporto.pt.

    Fotografia: Renato Cruz Santos
     
  • Sábado, 29 de maio às 16h

    Anuário 20 / Conversa: Cartografias do Comum – O Lugar do Coletivo na Cidade I

    Num exercício atento de reflexão sobre a cidade e as suas múltiplas dinâmicas e manifestações, a equipa curatorial do Anuário 20 convida para duas conversas sobre o título "Cartografias do comum – o lugar do coletivo na cidade", coletivos, iniciativas e movimentos auto-geridos e espontâneos, que durante o ano de 2020 contribuíram para a reconfiguração de um território-comunidade mais inclusivo e plural.
     
    Num ano em que solidariedade foi uma das palavras mais repetidas, propomos, nesta reflexão conjunta, pensar a cidade enquanto espaço de ativação e manutenção de práticas quotidianas do cuidar e do curar.
     
    CCOP - Círculo Católico de Operários do Porto
    Rua do Duque de Loulé, 202
    4000-053 Porto

    16h



    Com:
    Rita Senra 
    Coletivo Lab.25
    Filó (Cochiló – Associação Cultural Afro-Portuguesa)
    Jade Rocha (Rede Popular de Apoio Mútuo: CSA A Gralha, Rosa Imunda, Núcleo Anti-Racista do Porto)

    Moderação:
    Ana Resende
    Andreia Garcia
    Melissa Rodrigues
    Pedro Augusto
    Pedro Magalhães

    Todas as atividades são gratuitas, mas pressupõem o levantamento de bilhete a partir de duas horas antes do seu início, e seguirão as normas de segurança impostas pela DGS à altura da evento. É possível efetuar a reserva de lugar antecipadamente através do email galeriamunicipal@agoraporto.pt.
  • Sábado, 29 de maio às 19h

    Anuário 20 / Concerto de Milteto

    Milteto é uma orquestra multidisciplinar impulsionada pelo coletivo portuense Favela Discos.

    O concerto insere-se no programa público do projeto "Anuário 20".
     
    CCOP - Círculo Católico de Operários do Porto
    Rua do Duque de Loulé, 202
    4000-053 Porto

    19h

    As atividades são gratuitas, mas é necessário o levantamento de bilhete no próprio local, a partir de duas horas antes do seu início, e seguirão as normas de segurança impostas pela DGS à altura do evento. É possível efetuar a reserva de lugar antecipadamente através do email galeriamunicipal@agoraporto.pt.
  • Sexta-feira, 28 de maio, às 19h

    Sessão de cinema – Fantasmas do Império, de Ariel de Bigault

    ping! — Programa de Incursão à Galeria
    Um Elefante no Palácio de Cristal / Colonialismo, Capitalismo e Religião

    A história imperial e colonial tem sido contada e re-inventada pelo cinema português. Fantasmas do Império percorre esse imaginário cinematográfico, desde o início do século XX... 100 anos de filmes. Aos documentários e ficções do passado colonial, contrapõem-se filmes e olhares contemporâneos. Sete cineastas portugueses – Fernando Matos Silva, João Botelho, Margarida Cardoso, Hugo Vieira da Silva, Ivo M. Ferreira, Manuel Faria de Almeida, Joaquim Lopes Barbosa – assim como José Manuel Costa, director da Cinemateca, e Maria do Carmo Piçarra, investigadora, abrem os cofres da memória, dialogando com os actores Ângelo Torres e Orlando Sérgio. Desvendam os mitos das descobertas, a ficção imperial, a fábrica da epopeia colonial, as máscaras da dominação... fantasmas que persistem ainda hoje. O filme propõe um percurso de emoções nas memórias e nas vivências muito actuais.

    O trabalho de Ariel de Bigault, autora e realizadora francesa, tem estado ligado às rotas da lusofonia. O seu percurso cinematográfico começou em Lisboa, com a realização de documentários, e o encontro com o Brasil deu‑se pela investigação sobre a imagem do negro. Realizou a série documental Ecláts Noirs du Samba (1987), com Gilberto Gil, Grande Othelo, entre outros, e Margem Atlântica (2006), que apresenta autores, atores e músicos de origens africanas em conquista de espaço e público. Paralelamente, realiza pesquisas para a divulgação da música africana contemporânea, sobretudo lusófona.
    Fantasmas do Império, de Ariel de Bigault
    2020, Portugal/França, 112’

    Local

    Auditório da Biblioteca Municipal Almeida Garrett

    Para participar na sessão de cinema realizada no Auditório da BMAG, deve levantar o bilhete gratuito (máximo 2 por pessoa) até 15 minutos antes do início do evento. Pode reservar o seu lugar antecipadamente através do e-mail galeriamunicipal@agoraporto.pt.
  • Sexta-feira, 28 de maio, das 10h às 12h

    Workshop com Dori Nigro

    ping! — Programa de Incursão à Galeria
    Um Elefante no Palácio de Cristal / Nas Escolas / 2º e 3º ciclo

    Neste workshop, Dori Nigro propõe criar um espaço intimista de reflexão e ação-reparação em torno da história colonial, do passado e do presente, convocando memórias e narrativas tanto de desumanização como de resistência.
     
    Performer e arte‑educador, Dori Nigro reside atualmente no Porto. Doutorando em Arte Contemporânea, pela Universidade de Coimbra, e mestre em Práticas Artísticas Contemporâneas, pela Faculdade de Belas Artes do Porto, tem ainda uma especialização em Arte Educação pela Universidade Católica de Pernambuco e o bacharel em Comunicação Social/Fotografia, pela Associação de Ensino Superior de Olinda. É membro criador do coletivo de artistas C3 (Portugal/Sérvia/Espanha, 2015), membro do Núcleo Anti‑Racista do Porto e cocriador do coletivo de criação artística Tuia de Artifícios (Brasil/Portugal, 2007), que atua convidando a comunidade a partilhar experiências artísticas através de exercícios de criação em performance e intervenções em espaços íntimos ou públicos.
    Os workshops têm a lotação de uma turma.
    A seleção será feita por ordem de inscrição, através do e-mail galeriamunicipal@agoraporto.pt

    Fotografia: Renato Cruz Santos
  • Sexta-feira, 28 de maio, das 14h às 16h

    Workshop com Inês Borges

    ping! — Programa de Incursão à Galeria
    Um Elefante no Palácio de Cristal / Nas Escolas /  Ensino Secundário e Superior

    Partindo da análise de materiais gráficos desenvolvidos no âmbito da Primeira Exposição Colonial Portuguesa, este workshop discutirá o problema da falta de representação de pessoas negras no design gráfico, com o fim de criar narrativas e histórias diversificadas da negritude.
     
    Designer gráfica e de comunicação, Inês Borges tem focado o seu trabalho nas áreas da tipografia, branding e projetos editoriais. Licenciou‑se em Design de  Comunicação pela Universidade  Lusófona de Humanidades e Tecnologias e, em 2019, concluiu  o mestrado em Design Gráfico pela Escola Superior de Artes e Design das Caldas da Rainha do Instituto Politécnico de Leiria, com uma dissertação intitulada Design gráfico como forma de descolonização — Um estudo e reflexão sobre discursos visuais de discriminaão e formas de combatê-los.
    Os workshops têm a lotação de uma turma.
    A seleção será feita por ordem de inscrição, através do e-mail galeriamunicipal@agoraporto.pt
     
    Fotografia: Renato Cruz Santos
  • Quinta-feira, 27 de maio, às 19h

    Conferência com Cristina Roldão. Moderação de Melissa Rodrigues

    ping! — Programa de Incursão à Galeria
    Um Elefante no Palácio de Cristal / Colonialismo, Capitalismo e Religião

    Partindo da sua investigação em educação e programas pedagógicos em Portugal, Cristina Roldão irá propor uma reflexão sobre formas de perpetuação de colonialidade no âmbito social, económico e político, através da análise de conceitos como lusotropicalismo, legado colonial, privilégio branco, entre outros.
     
    Cristina Roldão é socióloga, professora convidada da Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Setúbal, investigadora no CIES-IUL — Centro de Investigação e Estudos de Sociologia e membro da coordenação da secção temática Classes, Desigualdades e Políticas Públicas da Associação Portuguesa de Sociologia. As desigualdades sociais perante a escola são o seu principal domínio de pesquisa, com particular enfoque nos processos de exclusão e racismo institucional que tocam os afrodescendentes na sociedade portuguesa, questões que aborda na sua tese de doutoramento e em pesquisas recentes de que fez parte, como Caminhos escolares de jovens africanos (PALOP) que acedem ao ensino superior (2015).


    Performer e arte‑educadora, Melissa Rodrigues é licenciada em Antropologia pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, tendo‑se especializado em Performance pela Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto. Integrou, ainda, a Formação Intensiva Acompanhada em Artes Performativas pelo c.e.m. — centro em movimento, em Lisboa. Como investigadora nas áreas da Performance e Cultura Visual, tem desenvolvido pesquisa em Imagem e Representação do Corpo Negro, em colaboração com artistas visuais, cientistas sociais e performers. Integra o InterStruct Collective, a associação Rampa e o Núcleo Anti‑Racista do Porto.
    Local
    Auditório da Biblioteca Municipal Almeida Garrett

    Para participar nas atividades realizadas no Auditório da BMAG, deve levantar o bilhete gratuito (máximo 2 por pessoa) até 15 minutos antes do início do evento. Pode reservar o seu lugar antecipadamente através do e-mail galeriamunicipal@agoraporto.pt.

    Fotografia: Renato Cruz Santos
  • Sábado, 15 de maio, das 10h às 13h

    ATLAS I – Workshop e percurso para os jardins com InterStruct Collective

    ping! — Programa de Incursão à Galeria
    Um Elefante no Palácio de Cristal / Ética do Olhar e da Representação

    Neste workshop será desenhada uma cartografia relacional entre imagens, palavras e conceitos referentes à Primeira Exposição Colonial Portuguesa e ao seu legado.

    Pela pertinência e relevância do trabalho desenvolvido em torno da Primeira Exposição Colonial Portuguesa do legado colonial no espaço público, o InterStruct Collective foi convidado a realizar o projeto ATLAS, que atravessa e une os diferentes momentos deste programa. Criado em 2018, o coletivo visa fomentar o diálogo em torno do interculturalismo, proporcionando uma plataforma discursiva onde pessoas de diferentes origens culturais podem colaborar, propor intervenções e encenar projetos artísticos de importância social. O InterStruct Collective é composto por Claire Sivier, Desirée Desmarattes, Isabel Stein, Melissa Rodrigues, Miguel F., Sebastian Ioan e Vijay Patel.
    Local
    Jardins do Palácio e Auditório da Biblioteca Municipal Almeida Garrett

    A participação em qualquer um dos três workshops Atlas é independente da participação nos restantes.
     
    Para participar nos workshops, deve inscrever-se previamente. A seleção dos participantes será feita por ordem de inscrição, através do e-mail galeriamunicipal@agoraporto.pt

    Para participar nas atividades realizadas no Auditório da Auditório da Biblioteca Municipal Almeida Garrett, deve levantar o bilhete gratuito (máximo 2 por pessoa) até 10 minutos antes do início do evento. Pode reservar o seu lugar antecipadamente através do e-mail galeriamunicipal@agoraporto.pt. 
     
    Fotografia: Renato Cruz Santos 
  • Sexta-feira, 14 de maio às 19h

    Análise de filmes por Ana Cristina Pereira

    ping! — Programa de Incursão à Galeria
    Um Elefante no Palácio de Cristal / Ética do Olhar e da Representação

    Nesta sessão serão exibidos e comentados excertos de filmes documentais sobre a Primeira Exposição Colonial Portuguesa, seguindo-se um debate aberto ao público sobre questões de literacia visual e de ética da representação.
     
    Atriz e encenadora desde 1996 e docente no ensino secundário e superior desde 2001, Ana Cristina Pereira (também conhecida como Kitty Furtado) é doutorada em Estudos Culturais pela Universidade do Minho, com a tese Alteridade e identidade na ficção cinematográfica em Portugal e em Moçambique. Tem como principais interesses de investigação temas como racismo, identidade social, representações sociais e memória cultural no cinema, numa perspetiva pós‑colonial e interseccional, sobre os quais tem publicado vários artigos científicos. É investigadora do projeto (THE)OTHERING e membro do Núcleo Anti‑Racista do Porto.
    Local
    Auditório da Biblioteca Municipal Almeida Garrett

    Para participar nas atividades realizadas no Auditório da Auditório da Biblioteca Municipal Almeida Garrett, deve levantar o bilhete gratuito (máximo 2 por pessoa) até 15 minutos antes do início do evento. Pode reservar o seu lugar antecipadamente através do e-mail galeriamunicipal@agoraporto.pt.

    Fotografia: Renato Cruz Santos
  • Sexta-feira, 14 de maio, das 10h às 12h

    Workshop com Sofia Yala Rodrigues

    ping! — Programa de Incursão à Galeria
    Um Elefante no Palácio de Cristal / Nas Escolas / 3º Ciclo

    Neste workshop será proposto um exercício prático e poético de observação, análise e ressignificação de imagens de arquivo, para uma reflexão crítica sobre ética e representação do corpo negro, desde a imagética colonial e pós-colonial à cultura visual contemporânea.
     
    Artista visual licenciada em Estudos Africanos pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, Sofia Yala Rodrigues frequenta atualmente o mestrado em Filme e Fotografia na  Universidade de Derby. Tem um especial interesse por arquivos, histórias transatlânticas e novos imaginários. Recentemente, participou nas residências À Margem do Cinema Português: Residência Artística Afroeuropeans (CEIS20 — Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX da Universidade de Coimbra, Portugal, 2019) e Catchupa Factory Artist Residency 2018 (Associação Olho‑de‑gente, Cabo Verde, 2018).
    Os workshops têm a lotação de uma turma.
    A seleção será feita por ordem de inscrição, através do e-mail galeriamunicipal@agoraporto.pt
     
    Fotografia: Renato Cruz Santos
  • Sexta-feira, 14 de maio, das 14h às 16h

    Workshop com Gisela Casimiro

    ping! — Programa de Incursão à Galeria
    Um Elefante no Palácio de Cristal / Nas Escolas / Ensino Secundário e Superior

    A partir da sua prática enquanto escritora e artista, Gisela Casimiro irá perscrutar, questionar e desvelar as interligações entre colonialismo, imagem e representação.
     
    Escritora, artista e ativista, Gisela Casimiro dirige o departamento de Cultura do INMUNE – Instituto da Mulher Negra em Portugal. Publicou o seu primeiro livro de poemas intitulado Erosão (2018), fez parte de antologias como Rio das Pérolas (2020) e Venceremos! Discursos escolhidos de Thomas Sankara (2020) e participa em As Penélopes (2021). Nos últimos anos assinou crónicas regulares no Hoje Macau, Buala e Contemporânea. Apresentou ainda exposições em espaços como O Armário, a galeria Zé dos Bois, a galeria Balcony e o Museu Nacional de Etnologia.
    Os workshops têm a lotação de uma turma.
    A seleção será feita por ordem de inscrição, através do e-mail galeriamunicipal@agoraporto.pt

    Fotografia: Renato Cruz Santos
     
  • Quinta-feira, 13 de maio, às 19h

    Conferência com Bambi Ceuppens. Moderação de Nuno Coelho

    ping! — Programa de Incursão à Galeria
    Um Elefante no Palácio de Cristal / Ética do Olhar e da Representação

    Bambi Ceuppens apresentará uma análise sobre as Exposições Coloniais do Porto, em 1934, e de Bruxelas, em 1958, incidindo sobre a problemática dos zoos humanos e sobre as implicações éticas destes eventos na contemporaneidade.
     
    Bambi Ceuppens é doutorada em Antropologia Social e trabalha como investigadora sénior e curadora no Royal Museum for Central Africa (Bélgica). A sua investigação centra-se no passado belga-congolês, nas artes e cultura congolesas e na descolonização. Desempenhou um papel crucial na renovação da RMCA, que reabriu as portas em 2018 com um novo foco na África contemporânea, adotando uma retrospectiva crítica do passado colonial. Recentemente, foi co-curadora das exposições Congo Art Works: Popular Painting (BOZAR, Bélgica, 2016-2017; Garage Museum of Contemporary Art, Moscovo, 2017) e Congo Stars (Kunsthaus Graz, Áustria, 2018; Kunsthalle Tübingen, Alemanha, 2019). É professora de Antropologia das Artes na KASK School of Arts e na Saint Lucas School of Arts (Bélgica).


    Nuno Coelho é designer, curador, professor na Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra e investigador do CEIS20 — Centro de Estudos Interdisciplinares da Universidade de Coimbra. Doutorado em Arte Contemporânea, Nuno Coelho debruça‑se, no seu trabalho, sobre conceitos como identidade e memória, explorando arquivos e a política de produção de imagens por instituições e marcas comerciais históricas portuguesas. É membro da associação Rampa. É coautor do livro Uma terra sem gente para gente sem terra (2009), autor de Uma história de Confiança (2017) e editor do 5.º Caderno — Ensaio sobre os arquivos do Rivoli (2017).

     
     
    Local
    Auditório da Biblioteca Municipal Almeida Garrett

    Para participar nas atividades realizadas no Auditório da BMAG, deve levantar o bilhete gratuito (máximo 2 por pessoa) até 15 minutos antes do início do evento. Pode reservar o seu lugar antecipadamente através do e-mail galeriamunicipal@agoraporto.pt.

    Fotografia: Luis Moreira
  • Quinta-feira, 29 de abril às 19h

    Conferência com Michael Marder – Que tipo de crianças somos nós? Um caso para o cultivo vegetal da humanidade. Moderação de Mariana Pestana

    ping! — Programa de Incursão à Galeria
    Gineceu & Estigma / Ecopensamento

    Professor de Filosofia na Universidad del País Vasco (Espanha) e da Fundação Ikerbasque, Michael Marder tem focado o seu trabalho de investigação nas áreas de filosofia ambiental e pensamento ecológico, teoria política e fenomenologia. É editor associado da revista Telos e autor de 16 monografias, tais como Dump Philosophy (2020), Political Categories (2019), Energy Dreams (2017), The Philosopher’s Plant: An Intellectual Herbarium (2014) e Plant-Thinking: A Philosophy of Vegetal Life (2013). Já lecionou na George Washington University, na Georgetown University (EUA), na University of Toronto e na University of Saskatchewan (Canadá).
     
     
    Arquiteta e curadora, Mariana Pestana tem um especial interesse pelo papel da ficção numa época marcada pelo progresso tecnológico e pela crise ambiental. É cofundadora do coletivo The Decorators, com o qual desenvolve projetos de arquitetura e curadoria em colaboração com pessoas e comunidades locais. Recentemente, foi curadora da 5.ª Bienal de Design de Istambul e cocuradora das exposições The Future Starts Here (Victoria and Albert Museum, Reino Unido, 2018) e Eco Visionaries: Art and Architecture After the Anthropocene (MAAT, Portugal, 2018; Matadero, Espanha, 2019; e Royal Academy, Reino Unido, 2019).
    Local
    Auditório da Biblioteca Municipal Almeida Garrett

    Para participar na conferência deve levantar o bilhete gratuito (máximo 2 por pessoa) até 15 minutos antes do início do evento.
    Pode reservar o seu lugar antecipadamente através do e-mail galeriamunicipal@agoraporto.pt.

    Fotografia: Renato Cruz Santos
  • 6 de abril

    Reabertura da Galeria Municipal do Porto a 6 de abril

    A Galeria Municipal do Porto reabrirá ao público no dia 6 de abril e retoma as duas exposições inauguradas no final do ano passado – Nets of Hyphae e Que horas são que horas: uma galeria de histórias –, que poderão ser visitadas até dia 25 de abril no horário habitual durante a semana e das 10 às 13 horas durante o fim de semana.
  • Evento online - 9 de abril

    Lançamento de livro - NETS OF HYPHAE

    O livro "Nets of Hyphae", que acompanha a exposição com o mesmo nome na GMP, de Diana Policarpo, curadoria de Stefanie Hessler e co-produzida pela Kunsthall Trondheim, será lançado no próximo dia 9 de Abril, inserido no programa do segundo Simpósio intitulado "Spiritual Technologies". 
     
    O lançamento contará com Guilherme Blanc, Diana Policarpo e Stefanie Hessler e é co-organizado pela Invisibledrum Art Platform em colaboração com a Kunsthall Trondheim, a Galeria Municipal do Porto e a Mousse Publishing.
    Hora: 18h (GMT +1)
    Duração: 60 mins
    Local: Kunsthall Trondheim e streaming online (registo obrigatório aqui)
    Mais informações em 
    Evento facebook
    Kunsthall Trondheim
  • 15 de janeiro

    A Galeria Municipal do Porto encontra-se encerrada

    Face às novas medidas de contenção da pandemia, que determinam o encerramento dos espaços culturais a partir desta sexta-feira, 15 de janeiro, a Galeria Municipal do Porto estará encerrada durante o período de confinamento.
  • 6 de novembro

    Galeria Municipal do Porto suspende Programas Públicos em novembro

    A Galeria Municipal do Porto decidiu suspender temporariamente a realização dos Programas Públicos associados às suas exposições durante o mês de novembro, face à entrada em vigor das atuais medidas de combate à pandemia de Covid-19.

    Deste modo, foram cancelados os dois programas previstos para o mês de novembro: a conversa entre Margarida Mendes e o artista vencedor da 2.ª edição do Prémio Paulo Cunha e Silva, que se realizaria a 14 de novembro, sábado, às 16h, e o concerto de apresentação do álbum Waves and Whirlpools, de Luís da Riviera, agendado para 15 de novembro, domingo, às 18h30.

    As visitas guiadas que a Galeria Municipal do Porto realiza no primeiro sábado de cada mês, às 16h, estão também temporariamente suspensas, devido à limitação de ajuntamentos a cinco pessoas, prevista no conjunto de medidas de confinamento parcial.

    A GMP continuará, no entanto, de portas abertas, com as exposições Prémio Paulo Cunha e Silva - 2.ª edição e Waves and Whirlpools, que poderão ser visitadas até 15 de novembro.

    A entrada é livre, estando sujeita ao limite máximo de 30 pessoas e demais regras de higiene e segurança atualmente em vigor.
  • 11 de novembro

    Prémio Paulo Cunha e Silva será distribuído por todos os finalistas

    Já são conhecidos os vencedores da 2.ª edição do Prémio Paulo Cunha e Silva, prémio de artes visuais criado pela Câmara Municipal do Porto para artistas com menos de 40 anos que não tenham apresentado mais do que uma exposição individual em espaços de arte internacionalmente reconhecidos. Em reunião no decorrer da exposição homónima, o júri desta edição propôs premiar os seis finalistas – Basir Mahmood, Firenze Lai, Lebohang Kganye, Shaikha Al Mazrou, Song Ta e Steffani Jemison – e repartir o valor monetário de 25.000 euros entre todos eles.

    Devido às restrições decorrentes da situação pandémica, o júri, composto por Isabel Lewis, John Akomfrah, Margarida Mendes e Shumon Basar, não teve oportunidade de visitar a exposição apresentada na Galeria Municipal do Porto e avaliar presencialmente a obra dos finalistas por si nomeados. Estas condições excecionais não permitiram igualmente que, antes da abertura da exposição, os seis finalistas pudessem instalar ou acompanhar a montagem das suas obras no espaço expositivo. Deste modo, os jurados consideraram que não foram reunidas as condições ideais para a atribuição do vencedor da segunda edição do prémio, tendo proposto por conseguinte dividir o prémio monetário pelos seis finalistas.

    O anúncio dos vencedores é feito, simbolicamente, no dia em que se assinalam cinco anos desde a morte de Paulo Cunha e Silva, médico, crítico de arte, curador de arte e vereador na Câmara Municipal do Porto (2013-2015), que marcou intensamente a cultura em Portugal e ao qual a CMP dedicou este prémio como homenagem.

    O júri tinha já analisado os portefólios de 48 artistas, selecionados por um conjunto de 16 curadores por eles indicados, selecionando, por fim, os finalistas agora vencedores. Estes são, nas palavras dos quatro jurados, “vozes – estéticas, éticas, técnicas – que articulam o momento atual, ou pressentem até o que está para vir”.

    Basir Mahmood (Paquistão) recorre ao vídeo, ao filme e à fotografia para refletir sobre elementos sociais e históricos enraizados no quotidiano, enquanto Firenze Lai (Hong Kong) tenta expressar, nas suas pinturas e desenhos, estados de perceção expandida. Já a artista Lebohang Kganye (África do Sul) funde personagens fictícias com personagens “reais” para criar histórias, incorporando escultura, instalação e filme. A escultura é também o meio de eleição de Shaikha Al Mazrou (Emirados Árabes Unidos), artista fascinada pela materialidade na arte, que trabalha a cor e a forma para criar arranjos geométricos e abstratos.

    Por sua vez, Song Ta (China) procura antagonizar as fronteiras estabelecidas entre definições de arte comercial e institucional com obras que exploram a conduta quotidiana de certos grupos da sociedade, enquanto o trabalho de Steffani Jemison (Estados Unidos da América) aborda a privacidade e a opacidade como estratégias de abstração e de resistência política.

    A exposição que reúne as obras dos finalistas, agora vencedores, pode ser visitada até domingo, 15 de novembro, na Galeria Municipal do Porto. No fim de semana, a GMP estará aberta apenas entre as 10h e as 12h30, devido à implementação das novas medidas de recolher obrigatório.

    A entrada é livre, estando sujeita ao limite máximo de 30 pessoas e demais regras de higiene e segurança atualmente em vigor.
  • 15 de novembro, domingo, 18h00

    Waves and Whirlpools: Concerto de apresentação do álbum

    Sendo a música uma das principais componentes da sua prática, Luís Lázaro Matos inspirou-se nos sete temas do seu mais recente álbum, Waves and Whirlpools, para criar os sete dípticos que constituem a exposição homónima.

    O disco – composto e escrito por Luís Lázaro Matos, cantado em conjunto com Diana Policarpo e produzido por Adriano Ferreira Cintra – foi lançado no dia 10 de setembro e será apresentado pela primeira vez ao vivo a 15 de novembro, na Galeria Municipal do Porto.

    Atividade sujeita a inscrição prévia, através do e-mail galeriamunicipal@agoraporto.pt.
    Atividade integrada na exposição Waves and Whirlpools

    Entrada livre
    Galeria Municipal do Porto
  • 14 de novembro, sábado, 16h00

    Prémio Paulo Cunha e Silva – 2.ª edição: Conversa com Margarida Mendes e o artista vencedor

    No dia 14 de novembro, sábado, a Galeria Municipal do Porto propõe uma conversa com Margarida Mendes, membro do júri da 2.ª edição do Prémio Paulo Cunha e Silva, e com o artista vencedor.

    Atividade sujeita a inscrição prévia, através do e-mail galeriamunicipal@agoraporto.pt.
    Atividade integrada na exposição Prémio Paulo Cunha e Silva – 2.ª edição

    Entrada livre 
    Auditório da Biblioteca Municipal Almeida Garrett
  • 7 de novembro, sábado, 16h00 + 17h00

    Visitas guiadas às exposições

    A GMP realiza uma visita guiada às exposições no primeiro sábado de cada mês. Em novembro, serão realizadas duas visitas, às 16h00 e às 17h00.

    Atividade sujeita a inscrição prévia, através do e-mail galeriamunicipal@agoraporto.pt.
    Entrada livre
    Galeria Municipal do Porto
  • 24 de outubro, sábado, 16h00

    Prémio Paulo Cunha e Silva – 2.ª edição: Conversa com Mariana Caló e Francisco Queimadela

    No dia 24 de outubro, sábado, a Galeria Municipal do Porto realizará uma conversa entre Mariana Caló e Francisco Queimadela, os artistas vencedores da 1.ª edição do Prémio Paulo Cunha e Silva, Guilherme Blanc (Diretor Artístico da Galeria Municipal do Porto) e Luís Silva (Diretor da Kunsthalle Lissabon). Às 16h, no Auditório da Biblioteca Municipal Almeida Garrett.

    A participação está sujeita ao levantamento de bilhete gratuito na GMP a partir das 10 horas do dia 24 de outubro, e à lotação do auditório. Pode reservar o seu lugar antecipadamente através do e-mail galeriamunicipal@agoraporto.pt.
    Atividade integrada na exposição Prémio Paulo Cunha e Silva – 2.ª edição

    Auditório da Biblioteca Municipal Almeida Garrett
  • 3 de outubro, sábado, 16h00

    Visita guiada às exposições

    A GMP realiza uma visita guiada às exposições no primeiro sábado de cada mês, às 16h00.

    Atividade sujeita a inscrição prévia, através do e-mail galeriamunicipal@agoraporto.pt.
    Entrada livre
    Galeria Municipal do Porto
  • 13 de setembro, domingo, 16h00

    Waves and Whirlpools: Visita Guiada com Luís Lázaro Matos e Martha Kirszenbaum

    No próximo domingo, dia 13 de setembro, pelas 16h00, o artista Luís Lázaro Matos e a curadora Martha Kirszenbaum farão uma visita guiada à exposição Waves and Whirlpools.

    Atividade sujeita a inscrição prévia, através do e-mail galeriamunicipal@agoraporto.pt.
    Atividade integrada na exposição Waves and Whirlpools

    Entrada livre
    Galeria Municipal do Porto
  • 30 de agosto a 13 de setembro, 21h30

    Ciclo de Cinema Lynn Hershman Leeson na Feira do Livro do Porto

    Technocistem: corpo e tecnologia na obra feminista de Lynn Hershman Leeson 

    No âmbito da Feira do Livro do Porto, será este ano apresentado um ciclo dedicado à obra fílmica de Lynn Hershman Leeson. Em cinco sessões, propõe-se mostrar a forma como, através de obras de ficção e documentais, a artista antecipou visualidades e conceitos que marcam práticas artísticas contemporâneas e explorou problemáticas culturais que hoje são incontornáveis.
     
    Curadoria:
    Guilherme Blanc (Diretor – Arte contemporânea e Cinema, Ágora E.M)


    DOM, 30 AGO
    Intro: Commercial for a New York Hotel Room
    EUA, 1974, 2’
    Seduction of a Cyborg
    EUA, 1994, 7’
    VertiGhost
    EUA, 2017, 13’
    ShadowStalker
    EUA, 2019, 10’

    Apresentado por:
    Sara Castelo Branco (Curadora / Investigadora)
    Kitty Furtado (Investigadora no CES – UC / Membro do Núcleo Antirracista do Porto)


    TER, 1 SET
    Conceiving Ada
    EUA, Alemanha, 1997, 85’

    Apresentado por:
    Né Barros (Coreógrafa / Diretora Artística do Balleteatro)


    DOM, 6 SET
    Strange Culture
    EUA, 2007, 83’

    Apresentado por:
    Joaquim Moreno (Arquiteto / Curador)


    TER, 8 SET
    Teknolust
    Alemanha/EUA/Reino Unido, 2002, 85’

    Apresentado por:
    Mara Andrade (Bailarina / Coreógrafa)


    DOM, 13 SET
    !Women Art Revolution
    EUA, 2010, 83’

    Apresentado por:
    Ana Cachola (Investigadora em Estudos Culturais no CECC – UCP)
    Entrada livre
    Auditório da Biblioteca Municipal Almeida Garrett
  • 11 de setembro, sexta, 18h30

    Sessão de autógrafos com Diogo Jesus (Lançamento do livro “APESAR DE NÃO ESTAR, ESTOU MUITO / DJ NOBITA EARLY YEARS 2002”)

    Este livro é publicado no âmbito da exposição Diogo Jesus: Apesar de não estar, estou muito, com curadoria de João Ribas, apresentada na Galeria Municipal do Porto, entre 2 de junho e 16 de agosto de 2020. Uma edição da Galeria Municipal do Porto copublicada com a Chili Com Carne.
    Entrada livre
    Capela Carlos Alberto – Jardins do Palácio de Cristal
  • 2 de junho, 10h00

    Galeria Municipal do Porto reabriu com novas medidas de segurança

    A Galeria Municipal do Porto reabriu ao público a 2 de junho. Para garantir a segurança dos visitantes e dos funcionários, foi introduzido um conjunto de regras temporárias:

    - Entrada livre sujeita à lotação máxima de 20 visitantes no Piso 0 e 10 visitantes na Mezzanine.
    - Uso obrigatório de máscara.
    - Higienização das mãos.
    - Distanciamento social de 2 metros.
  • 5 de março, quinta-feira, 21h30

    Inauguração Anuário 19 + Performances

    21h30 – Inauguração
     
    22h00 – “Vernissage”
    Performance de Guilherme de Sousa & Pedro Azevedo
     
    23h00 – “Pérola is Burning”
    Atividade integrada na exposição Anuário 19

    Entrada livre
    Palácio das Artes – Fundação da Juventude
  • 21 de fevereiro, sexta-feira, 21h30

    Lançamento da Programação 2020/2021 com Nástio Mosquito + Odete

    “No. One. Gives. A. Mosquito's. Ass. About. Trabalho. De. Preto – Hino de Carne”, 2020
    Performance de Nástio Mosquito
    com Diogo + Moreno Ácido & B Fachada

    Apresentação da Programação 2020/2021

    Lançamento da publicação dos Colectivos Pláka “Politics of Survival

    ODETE
    Dj Set
    Entrada livre
    Galeria Municipal do Porto
  • 16 de fevereiro, domingo, 16h00

    9Kg de Oxigénio: Visita Guiada com André Sousa e Mauro Cerqueira

     
    Atividade integrada na exposição 9Kg de Oxigénio

    Entrada livre
    Galeria Municipal do Porto

    Fotografia:
    Miguel Nogueira / CM Porto

  • 16 de fevereiro, domingo, 18h00

    9Kg de Oxigénio: Performance “Carceleras”, de Tomás de Perrate e Pedro G. Romero

    O artista Pedro G. Romero convidou o cantor Tomás de Perrate para a performance de encerramento da exposição 9Kg de Oxigénio. O visitante será surpreendido pelas entoações e canções flamencas sobre as memórias da cárcere e saudade pela liberdade, que sairão do interior da obra “La Cheka” para o espaços da galeria.
    Atividade integrada na exposição 9Kg de Oxigénio

    Entrada livre
    Galeria Municipal do Porto

    Fotografia:
    Miguel Nogueira / CM Porto 
  • 6 de fevereiro, quinta-feira, 22h00

    Depois do Estouro: Sessão de Cinema II

    Diogo Baldaia
    Miragem Meus Putos
    PT, 24’, 2017

    Leonor Teles
    Balada de um Batráquio
    PT, 11’, 2016

    José Rito
    Will Free
    PT, 12’, 2017

    Andréia Pires e Leonardo Mouramateus
    Vando Vulgo Vedita
    BRA, 22’, 2017
    Atividade integrada na exposição Depois do Estouro

    Sessão programada por:
    Diogo Baldaia

    Os filmes serão exibidos com legendas em inglês e a sessão contará com a presença dos realizadores

    Entrada livre, sujeita à lotação da sala
    Cinema Passos Manuel
  • 1 de fevereiro, sábado, 17h00

    Depois do Estouro: Visita guiada com Pedro Dourado

     
    Atividade integrada na exposição Depois do Estouro

    Entrada livre 
    Galeria Municipal do Porto 

    Fotografia: 
    Miguel Nogueira / CM Porto
  • 23 de janeiro, quinta-feira, 22h00

    Depois do Estouro: Sessão de Cinema I

    Madalena Fragoso e Margarida Meneses
    A Casa e os Cães
    PT, 62’, 2019

    Marcelo Tavares
    Tu. Tu. Tu.
    PT, 12’, 2019
    Atividade integrada na exposição Depois do Estouro

    Sessão programada por:
    Madalena Fragoso e Margarida Meneses

    Os filmes serão exibidos com legendas em inglês e a sessão contará com a presença dos realizadores

    Entrada livre, sujeita à lotação da sala
    Cinema Passos Manuel
  • 11 de janeiro, sábado, 16h00

    9Kg de Oxigénio: Visita guiada com André Sousa e Mauro Cerqueira

     
    Atividade integrada na exposição 9Kg de Oxigénio

    Entrada livre
    Galeria Municipal do Porto

    Fotografia: 
    Miguel Nogueira / CM Porto
  • 14 de dezembro, sábado, 18h00

    Lançamento do livro “Musonautas, Visões & Avarias”

    Lançamento do Livro
    “Musonautas, Visões & Avarias
    1960-2010: 5 décadas de inquietação musical no Porto


    Com concertos de:
    Volúpia Mundana
    +
    João Loureiro, Ana Deus e Rui Fernandes reinterpretam temas dos BAN
    Entrada livre sujeita a levantamento de bilhete no dia e no local
    Teatro Municipal do Porto - Rivoli
  • 8 de dezembro, domingo, 18h00

    9Kg de Oxigénio: Conversa com Dan Graham e Pedro de Llano

    O artista, escritor e curador norte-americano Dan Graham conversará sobre a sua ampla prática artística com o curador e historiador de arte Pedro de Llano, segundo o qual: “conversar com Dan Graham é uma experiência fascinante e vertiginosa. Os temas e ideias seguem como numa montanha-russa e os seus comentários surpreendem e provocam reflexão. Por vezes é dificil perceber se fala a sério, ou mesmo se o que diz é sarcasmo ou elogio — ou ambos ao mesmo tempo. (…) Estamos ansiosos para voltar à conversa, continuando a aprender com um dos grandes artistas de nosso tempo e saber, por exemplo, o que ele acha do novo prédio projetado por Álvaro Siza na sua cidade ou do último álbum da sua amiga Kim Gordon, entre muitas outras coisas”.
    Atividade integrada na exposição 9Kg de Oxigénio

    Entrada livre
    Galeria Municipal do Porto
  • 5 – 8 de dezembro de 2019

    Love and Garbage

    A arquitetura contemporânea, entre muitas outras coisas, é um exercício logístico demorado e preciso na reformulação de valor para maximizar o lucro. Os processos que produzem o edificado da nossa envolvente são tipicamente sistematizados, formal e estritamente hierárquicos, estruturas adequadas ao controlo e divisão social. Trabalhar de forma cooperativa oferece uma alternativa, onde existe a possibilidade real de solidariedade mútua e envolvimento na experiência e conhecimento de outros. Mas como trabalhar de forma cooperativa na cidade, quando as estruturas que as geram e governam se baseiam numa lógica quase diametralmente oposta?

    O coletivo Assemble e um pequeno grupo de seus amigos, colaboradores e cúmplices propõe aos participantes quatro dias de trabalho conjunto. Partindo em cada dia de uma série de leituras breves e processos corporais e materiais sustentados, o trabalho em conjunto será usado como um espaço para lançar a discussão de ideias e preocupações partilhadas, que têm atravessado as correntes da prática do coletivo Assemble ao longo dos últimos dez anos.
    Programa completo aqui

    Tutores:
    Assemble

    Com:
    Madelon Vriesendorp
    Jasmine Padjak
    Thomas Thwaites
    Andrés Saenz de Sicilia
    Richard Wentworth
    Rainer Hehl
    Jerszy Seymour

    Instituto / Passos Manuel / Galeria Municipal do Porto

    Fotografia:
    Assemble
  • 4 de dezembro, quarta-feira, 19h00

    Conversa com Jacopo Crivelli Visconti sobre a 34.ª Bienal de São Paulo

    Com a “poética da relação” como um de seus conceitos centrais, a 34ª Bienal de São Paulo – “Faz escuro mas eu canto” adota um formato inovador, expandindo-se no espaço e no tempo. Marcada pelo encontro e potencialização mútua entre projeto curatorial e atuação institucional, a próxima edição da Bienal, em 2020, envolve a realização de mostras e ações apresentadas no Pavilhão da Bienal e a articulação com uma rede de mais de 20 instituições paulistas. 

    A conversa terá a apresentação da curadora Marta Mestre e é parte do conjunto de apresentações do projeto da 34ª Bienal de São Paulo em instituições internacionais.

    Com:
    Jacopo Crivelli Visconti, curador-geral da 34.ª Bienal de São Paulo
    Marta Mestre

    Coprodução: 
    Projeto Ymago / Galeria Municipal do Porto

    Apoio: 
    Direção-Geral das Artes, Ministério da Cultura, Governo de Portugal

    Entrada livre
    Auditório – Biblioteca Municipal Almeida Garrett
  • 14 novembro, quinta-feira, 19h30

    Performance 'Antropocenas' — Rita Natálio & João dos Santos Martins

     © José Carlos Duarte

    Here is a lesson: what happens to people and what happens to the land is the same thing.
    LINDA HOGAN

    - Eu sou uma pessoa doente
    - Sofres de quê?
    - Alteração climática.

    RITA NATÁLIO

    Partindo-se da discussão em torno do Antropoceno e da atual crise climática, mas também das cosmologias ameríndias, das etnografias multi-espécie, do racismo estrutural, do blues dos robots e de um tronco de sumaúma cortado para que humanos pudessem dançar sobre ele, Antropocenas é uma colaboração entre Rita Natálio e João dos Santos Martins com a contribuição de diversos agentes nas áreas da ecologia, dança, música, antropologia e artes visuais. Uma palestra dançada onde plantas, pedras, gatos, dildos e relva nas axilas podem ser os principais oradores, onde samambaias discutem os seus direitos jurídicos, sacos de plástico suicidam-se, animais fazem petições contra a sua extinção, jardineiros cortam cabelos de plantas, onde abraçamos ursinhos de poluição, comemos terra. Textualmente, ideias da história de arte e da antropologia contemporânea misturam-se, opõem-se, matam-se e esfolam-se para destituir certos ideais de natureza. Antropo ma non troppo.
    Conceção e curadoria: Rita Natálio e João dos Santos Martins
    Proposta inicial e texto: Rita Natálio
    Dança: Ana Pi, Ana Rita Teodoro, João dos Santos Martins
    Artes Visuais: Pedro Neves Marques
    Música e instrumentos: Winga Kan
    Assistência dramatúrgica e de ensaios: Joana Levi
    Escultura: Vera Mota
    Jardinagem, Topiária: José Vilarinho
    Participação especial: Melissa Rodrigues
    Luz: Eduardo Abdala Operação: Manuel Abrantes
    Som: João Pratas
    Produção: Associação Parasita
    Coprodução: Materiais Diversos, São Luiz Teatro Municipal, Festival Temps d’Images, Centro Cultural Vila Flor
    Apoio: Fundação GDA, Goethe-Institut São Paulo, Departamento de Biologia Vegetal da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa; MARE, Centro de Ciências do Mar e do Ambiente, Forbo Flooring Systems
    Residências: Culturgest, O Espaço do Tempo, Materiais Diversos, Centro de Criação do Candoso, 23 Milhas, Devir Capa, Arquipélago – Centro de Artes Contemporâneas
    Parceria: BUALA
    Projeto apoiado pelo Ministério da Cultura / Direção-Geral das Artes.
  • 28 de setembro – 4 de outubro de 2019

    Práticas Pós-Nostálgicas

    Práticas Pós-Nostálgicas é um curso de cultura e pensamento crítico que olha a diversos lugares europeus que encerram histórias coletivas em desaparecimento para explorar a potência da investigação e intervenção curatorial e artística recentes. O curso apresenta diversas abordagens “pós-nostálgicas” de autores que se debruçam sobre espaços na Ucrânia, Polónia, Letónia, Lituânia e Espanha, para compreender como podem as práticas contemporâneas ler, intervir e ressignificar esses lugares, seja na sua relação com memórias do passado como, sobretudo, na redefinição de novas narrativas contemporâneas. Tentando ultrapassar as abordagens estritamente preservacionistas e conservadoras, olha-se a um local específico do Porto, a encosta do Freixo, caracterizada pela simultaneidade da história industrial e pela atual pressão dos interesses imobiliários sobre o edificado e o solo. O programa desdobra-se em conferências, caminhadas, workshops e noutras estratégias espaciais para compreender, e dialogar com, as problemáticas em causa.
    Programa completo aqui

    Tutores:
    Aneta Szylak
    Inês Moreira

    Com:
    Elena Lacruz
    Jonas Žukauskas
    Jorge Ricardo Pinto
    Solvita Krese

    Águas do Porto – Central Elevatória de Nova Sintra

    Fotografia:
    Central Termo Eléctrica Do Freixo (2009), Filomena Nascimento
  • 13 julho, sábado, 18h00

    Conversa com DORA GARCÍA e MARIA TRABULO + Leitura 'UMA ASSEMBLEIA NO DESERTO'

    Conversa DORA GARCÍA e MARIA TRABULO
    Em colaboração com
    'Times of Contemporaneity 2 – Decolonizing Culture'
    com curadoria de CLAIRE BISHOP e NUNO CRESPO
    (Colectivos Pláka)

    Dora García, artista espanhola que vive em Barcelona, é sobretudo conhecida pelos seus arquivos, vídeos e performances baseados nas investigações que conduz. García prepara atualmente um filme sobre a influência de Alexandra Kollontai (1872-1952), líder revolucionária russa, no Terceiro Mundo e entre as feministas negras e chicanas.

    ....

    Leitura
    'UMA ASSEMBLEIA NO DESERTO'
    Três personagens discutem qual o melhor sistema de governo a ser adotado no seu país, após a morte do rei.
    Inspirado numa passagem de Heródoto (Histórias, 440 A.C.)
     Atividade integrada na exposição 'Desertado. Algo que aconteceu pode acontecer novamente'.
  • 10 – 13 de julho de 2019

    The Time(s) of Contemporaneity 2: Descolonizando a Cultura

    O curso The Time(s) of Contemporaneity 2: Descolonizando a Cultura, dando continuidade à edição anterior, reúne artistas e intelectuais para debater a relação entre arte, etnias, instituições e o legado do colonialismo. A descolonização será abordada no sentido mais amplo do termo: como reconhecimento dos legados coloniais na atualidade, como um sistema de repressão existente e como uma prática que afirma diferentes formas de conhecimento reprimido. Os oradores convidados irão explorar metodologias de descolonização em museus e galerias, modos de interagir criticamente com o passado colonial e como os feminismos do Terceiro Mundo usaram o socialismo revolucionário.
    Programa completo aqui

    Tutores:
    Claire Bishop
    Nuno Crespo

    Com:
    Dora García
    Emanuel Lopes (Coletivo Cadjigue)
    Filipa César
    Françoise Vergès
    Kader Attia
    Marinho de Pina

    Clube Fenianos Portuenses / Galeria Municipal do Porto
  • 26 junho, quarta-feira, 19h00

    'THE CHAIR REMAINS EMPTY / BUT THE PLACE IS SET' – Performance JEREMIAH DAY

    Performance de JEREMIAH DAY,
    seguida de conversa com MARIA TRABULO

    As performances pessoais e idiossincráticas de Jeremiah Day recorrem a meios como o diaporama ou a tradição do bardo e centram-se no corpo como material de trabalho, um princípio estabelecido pela dança pós-moderna. A performance resulta da investigação do artista sobre o trabalho de Hannah Arendt – particularmente a sua argumentação, largamente ignorada, em defesa da democracia de conselhos, posteriormente elaborada pelo escritor e ativista Fred Dewey – e os diapositivos reproduzem locais cruciais de Istambul e da Nova Inglaterra.
    A exposição 'Desertado. Algo que aconteceu pode acontecer novamente' integra a performance 'THE CHAIR REMAINS EMPTY / BUT THE PLACE IS SET' de JEREMIAH DAY
  • 15 junho, sábado, 17h00

    Conversa com ANA KUN e MARIA TRABULO

    De certo modo, através da sua intervenção, Ana Kun funciona como uma sombra de Maria Trabulo, fazendo uma cópia imperfeita do seu gesto: Maria Trabulo foi a Teerão e falou com várias pessoas sobre uma coleção de arte que não pôde experienciar em primeira mão; Ana Kun planeia agora uma resposta, lendo descrições das obras de arte dos participantes. Na sua ideia, está a construir este cenário artificial, um pálido reflexo do cenário de Maria Trabulo, num esforço de lhe criar um prelúdio para aliviar o espectador nesta antecâmara que é a escadaria (um espaço que funciona como uma espécie de interregno, que quebra a suspensão de incredulidade e serve para limpar o palato entre as duas exposições). Ímpar! 
    Atividade integrada na exposição 'Desertado. Algo que aconteceu pode acontecer novamente'.
  • 15 de junho, sábado, 18h00

    Exibição do filme 'STATUES OF TEHRAN', de BAHMAN KIAROSTAMI

    STATUES OF TEHRAN
    Documentário, 60'

    Statues of Tehran [Estátuas de Teerão] questiona a função dos monumentos na atual Teerão, uma megametrópole pós-moderna e ideologicamente sobrecarregada, acometida pelo esquecimento. A peça retraça o destino de duas importantes esculturas públicas: a primeira, um trabalho pioneiro encomendado pela família real nos anos 1970 de autoria do então mais destacado escultor da modernidade, Bahman Mohassess; a segunda, um tributo à Revolução Islâmica instalada na Praça da Revolução, de Iraj Esskandari. Sob a égide da Revolução, a primeira foi condenada primeiro ao desleixo e finalmente a ser armazenada, enquanto a segunda se tornou uma peça de referência entre a profusão de projetos públicos que celebram a Revolução e a Guerra Irão-Iraque.
    Atividade integrada na exposição 'Desertado. Algo que aconteceu pode acontecer novamente'. 
  • 18 de maio, sábado, 16h00

    ANUÁRIO: Visita guiada com os curadores

    Joana Machado
    Joaquim Durães
    José Maia
    Miguel Flor
    Rita Castro Neves
  • 18 de maio, sábado, 21h30—01h00

    ANUÁRIO: Performances

    Garcia da Selva & Mafalda Santos
    Metal Locker Acoustics — Xavier Paes
    Sereias
    DJ Urânio & MC Sissi
  • 06 de abril, sábado, 16h00

    ANUÁRIO: Visita guiada com os curadores

    Joana Machado
    Joaquim Durães
    José Maia
    Miguel Flor
    Rita Castro Neves
  • 18 de novembro, domingo , 18h00

    Concerto F.R.I.C.S.

    F.R.I.C.S. — Fanfarra Recreativa Improvisada Colher de Sopa 

     

     

     

  • 17 de novembro, sábado, 17h00

    Lançamento do Livro + Sessões

    17h Lançamento do Livro 

    18h Sessão com Fernanda Bernardo

    21h Sessão com Isabel Soveral 
    Fernanda Bernardo é professora de filosofia contemporânea na Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, posicionada na Desconstrução e na intersecção da filosofia com a literatura, a poética, as artes do visível, a ética e a política. Para além de tradutora de Jacques Derrida, de Emmanuel Levinas, de Maurice Blanchot e de Jean-Luc Nancy, é também autora de vários escritos, em revistas e obras colectivas nacionais e internacionais. Membro do Comité Científico de Filosofia do SSHRC - CRSH (Canadá, 2012), Bernardo foi também a Representante de Coimbra-Cidade refúgio (2003-2006) no Réseau International des Villes Refuge afecto ao Parlement International des Écrivains (Strasbourg).

    Isabel Soveral estudou no Conservatório Nacional com os compositores Jorge Peixinho e Joly Braga Santos. Em 1988 ingressou na Universidade Estadual de Nova Iorque em Stony Brook, onde estudou sobre a orientação dos compositores Daria Semegen e Bulent Arel. É professora no Departamento de Comunicação e Arte da Universidade de Aveiro e membro do INET-MD como coordenadora do grupo de Composição Teoria e Tecnologia da Música (CTTM). Desde 2014 que é diretora do CIME (Centro de Investigação em Música Electroacústica da UA), tendo criado a plataforma EAW (Electroacoustic Winds). Desde 2008 que é membro da Conselho Científico do Centro de Investigação em Música Portuguesa (CIMP). Ademais de várias partituras publicadas e obras editadas, a sua música tem sido apresentada em Portugal, Espanha, França, Itália, Alemanha, Hungria, Áustria, Suíça, Suécia, Bulgária, Polónia, Hong Kong, Macau, Argentina, Brasil, Cuba e Estados Unidos.
  • 10 de novembro, sábado, 16h00

    Visita com os Curadores

    Visita com os Curadores
    Paulo Vinhas, Hugo Oliveira, Manuel João Neto, Pedro Junqueira Maia, Pedro Tenreiro, Suzana Ralha

  • 3 de novembro, sábado, 18h00

    Conversa “Da Caos à X. A importância das Rádios Livres” — António da Silva Oliveira, Paulo Vieira de Castro e José Carlos Tinoco

    “Da Caos à X. 

    A importância das Rádios Livres”

    António da Silva Oliveira, Paulo Vieira de Castro, José Carlos Tinoco

     

  • 27 de outubro, sábado, 18h30

    Sessão de Cinema — “Estudos Incomunicantes”, de Álvaro Salazar

    Estreia de Estudos Incomunicantes”, de Álvaro Salazar
    Realização de Bruno Nacarato

    Produção Atelier de Composição

  • 27 de outubro, sábado, 16h00

    Visita com os Curadores

    Visita com os Curadores
    Paulo Vinhas, Hugo Oliveira, Manuel João Neto, Pedro Junqueira Maia, Pedro Tenreiro, Suzana Ralha


  • 26 de outubro, sexta-feira, 18h00

    Conversa “Do anarquismo musical aos GNR” — Inês Meneses com Alexandre Soares, Rui Reininho e Silvestre Pestana

    Fala com Ela

    “Do anarquismo musical aos GNR”

    Inês Meneses conversa com Alexandre Soares, Rui Reininho e Silvestre Pestana

  • 20 de outubro, sábado, 16h00

    Visita Guiada + Sessões

    16h Visita Guiada com Musa paradisiaca

    18h Sessão com Filipa Ramos

    19h Sessão sem António Poppe
    Filipa Ramos é uma escritora e editora residente em Londres, onde é Editora Geral da art-agenda. Lecciona no programa de mestrado em Cinema Experimental da Kingston University e no curso MRes Art:Moving Image da Central Saint Martins, ambos em Londres, e trabalha com o Programa de Mestrado do Institut Kunst, em Basileia. Ramos é co-curadora do Vdrome, um programa de divulgação de filmes criados por artistas visuais e realizadores de cinema. Com atenção prioritária aos temas das relações interespécies, os seus escritos e pesquisa têm vindo a ser publicados em revistas e catálogos internacionais. Ramos publicou Animals (Whitechapel Gallery/MIT Press, 2016) e neste momento prepara uma exposição centrada no tema devir animal – devir outro, com inauguraçao marcada para 2019, no Bildmuseet Umeå, Suécia.

    António Poppe é poeta e artista visual com formação no Ar.Co, no Royal College of Art em Londres, e na School of the Art Institute de Chicago. Colabora com Musa paradisiaca desde 2014, quando Poppe sonorizou o filme O Êxtase e o Éden da autoria da dupla. Em 2017 realizaram em conjunto a exposição Teatro Máximo, na Quetzal Art Center. É autor de Come coral (Douda Correria, 2017), medicin. (Douda Correria, 2015), Livro da Luz (Documenta, 2012) e Torre de Juan Abad (Assírio & Alvim, 2000).
  • 23 de setembro, domingo, 18h00

    Concerto com obras de Filipe Pires, Álvaro Salazar e Rui Penha

    Concerto com obras de: 

    Filipe Pires (1934 - 2015)
    "Figurações III", para dois pianos [10']
    Henrique Mateus (pf), Gonçalo Oliveira (pf)
    Alunos da Academia de Música de Vilar do Paraíso 

    Álvaro Salazar (n. 1938)
    "Ein Plagiaten", para piano [1']
    Elsa Marques Silva (pf)

    Rui Penha (n. 1981)
    "pendulum", para flauta, clarinete, violino, violoncelo, piano, vídeo e electrónica em tempo real [8']
    Gabrielle Silva (fl), João Aires (cl-b), Gaspar Santos (vl), José Tiago Silva (vlc), Rui Penha (pf/dir.)
    Com apresentação da obra pelo compositor.
  • 22 de julho, domingo, 17h

    Visita Guiada com Carla Filipe

    "Esta exposição é uma tentativa de construir algo sólido. Contrariar a liquidez e construir alguma memória do presente. E que crie ecos, que afirme que podemos agir, fazer, mapear, contribuir para o coletivo, nunca perdendo a singularidade, que é essa a maior riqueza. Neste projeto para a Galeria Municipal existem várias pessoas, várias formas de ver e olhar o Porto, ou a noite."
     Excerto de texto de Carla Filipe na publicação "O ontem morreu hoje, o hoje morre amanhã"
  • 21 de julho, sábado, 17h

    Aula Aberta com Miguel von Hafe Pérez

     "Nestas encruzilhadas da memória divago frequentemente por uma época muito particular: os finais de 1970. Tudo revolve num magma indistinto onde proletários e intelectuais protagonizam radicais mudanças de paradigma na receção e difusão da música na cultura popular. Vislumbro aqueles personagens a frequentar as discotecas de Brooklyn replicando modos inacessíveis do Studio 54, concretizando o sonho de libertação com as suas companheiras mais roliças, menos sofisticadas e cocainómanas. São os meus disco-punks. A força não é destrutiva e niilista, é revertida em passos de dança que se aprimoram ao fim de semana. Saturday Night Fever e a música dos Bee Gees é o mais envolvente cenário do velho mito de empoderamento do mecânico americano com a sua ética de trabalho única. Staying Alive é o outro lado do espelho com menos pó branco daquela que será uma das primeiras experiências da música de dança que abre portas para o techno e seus derivados: a versão de oito minutos de I Feel Love de Donna Summer produzida por Giorgio Moroder e Pete Bellotte. A revolução sindicalista coreografada com jogos de anca sincronizados dos da febre de sábado à noite distancia-se, assim, do cinismo hedonista dos que conseguiam entrar naquela porta número 254 na rua 54 em Manhattan. Tudo isto em 1977. No outro extremo o punk rebentava com inusitada violência e rapidez. Como uma bomba de disseminação de estilhaços contraditórios, híper-velozes e de penetração garantida. Mas, intuo mais do que fundamento, manipulada por uma intelectualização proeminente que não consigo deixar de apontar (de forma completamente subjetiva e irracional até, volto a sublinhar) a Malcolm McLaren. Estranho, tudo isto.

    E no entanto… esta intelectualização da música de energia pura e gestos contraditórios no punk e no pós-punk tem, nos seus protagonistas uma série extensa de atores que vieram, precisamente, do meio artístico. Proletários da imagem ou intelectuais da forma?"

    Excerto do texto "Proletários e Intelectuais", escrito por Miguel von Hafe Pérez para a publicação "O ontem morreu hoje, o hoje morre amanhã"
  • 21 de julho, sábado, 18h30

    Aula Aberta com Pedro Rocha

    Natural do Porto e sediado nesta mesma cidade, Pedro Rocha desenvolve atividade na área da curadoria de música e de outras práticas artísticas ligadas ao som desde 1998, e a sua atividade principal tem sido a colaboração com o Museu de Arte Contemporânea de Serralves. Para esta aula aberta, a proposta é de uma experiência que coloca a audição coletiva de uma seleção de músicas em simultâneo (paralelo, concorrência ou simbiose) com uma navegação entre ideias, pensamentos e escritos literários que podem ou não relacionar-se direta ou indiretamente com a música ouvida. Sugere-se a aproximação a um dispositivo, ainda que hesitante e especulativo, que coloque em alternância o "disc jockey" com o "text jockey". Enquanto a música tenderá principalmente para a exploração dos universos do minimalismo, da repetição e do processual, os textos poderão aparecer de vários lugares: teoria e crítica musical ou artística, filosofia, testemunhos, sociologia e literatura. O que poderá despontar dos encontros e desencontros, das alianças e fricções, entre a música e as palavras?
  • 14 de julho, sábado, 15h – 17h

    Workshop de Rui Bourbon: 'Cartazes Despertos'

    Neste workshop para famílias, sugerido para crianças dos 5 aos 12 anos, os participantes desenvolverão cartazes de eventos musicais utilizando a técnica de colagem. Através da apropriação de fontes tipográficas e imagens oriundas de material preexistente – como livros, revistas e cartazes usados –, novos contextos visuais serão criados a partir de jogos de palavras e elementos gráficos.
  • 'Frankenstein, or the 8 bit Prometheus': Low-resolution séance
    13 de julho, sexta-feira, 22h

    Performance de Riccardo Balli

    Através de uma séance de baixa-resolução mediada por links de Game Boy, Riccardo Balli irá evocar nesta sessão o espírito de Giovanni Aldini (1762 – 1834), famoso ressuscitador de defuntos que inspirou a obra ‘Frankenstein: or the Modern Prometheus’. Aldini contará uma versão comprimida da história original de Frankenstein, cruzando a linguagem do livro com elementos de retro-gaming, simplificando a sua narrativa como se de um jogo arcade se tratasse. Aldini era sobrinho de Luigi Galvani, célebre cientista italiano do séc. XVIII, e vivia na Bologna MIDIeval tal como o autor desta performance.
  • 07 de julho, sábado, 22h

    Performance de Lydia Lunch

    DUST AND SHADOWS
    Performance de Lydia Lunch ilustrada por uma evocativa apresentação multimédia que utiliza imagens captadas e remisturadas por Elise Passavant. Ambientes sonoros psicadélicos reforçam a musicalidade dinâmica da poesia lírica e da voz hipnotizante de Lydia Lunch. ‘Dust and Shadows’ combina de forma única texturas, imagens e sons sobrenaturais que lidam com temas como a perda, raiva, vingança e sobrevivência através de imagens assombrosas de inúmeras cidades fantasma espalhadas pelo deserto espanhol.
  • 06 de julho, sexta-feira, 22h

    Programa de filmes de Steina e Woody Vasulka

    Apresentado por Margarida Mendes

    Esta sessão apresenta os filmes Golden Voyage (1973), Solo for 3 (1974), Reminiscence (1974), Soundgated Images (1974), e Noisefields (1974), de Steina e Woody Vasulka, que introduzem a fase seminal de experiências tecnológicas onde o duo explora o espaço ilusório e materialidade do vídeo, através do processamento intercalado de imagens analógicas, da manipulação do sinal eletrónico e do interface sonoro. Paisagens que aludem ao psicadelismo de Magritte, campos de ondas sonoras, oceanos noise e interferências cinescópicas. Os Vasulkas são pioneiros na exploração artística do vídeo, trabalhando em conjunto desde 1960, com um percurso amplo que se estende da República Checa aos Estados Unidos.
  • 09.06.2018 - sáb - 18h00
    entrada livre

    Inauguração da exposição 'Prémio Paulo Cunha e Silva'

    O Prémio de Arte Paulo Cunha e Silva foi criado em 2015 pela Câmara Municipal do Porto como homenagem ao antigo vereador da cultura Paulo Cunha e Silva, direcionando‑se a artistas nacionais e internacionais com menos de 40 anos que não tenham tido mais do que uma exposição individual numa instituição, ou espaço de arte, de relevo a nível internacional. O júri da primeira edição – composto por João Laia, Vicente Todolí, Meg Stuart e Julião Sarmento – analisou os portefólios de 47 artistas selecionados por um conjunto de 16 curadores indicados pelos quatro jurados. A Galeria Municipal apresenta uma exposição com obras dos seis finalistas da primeira edição do Prémio – Christine Sun Kim, Jonathas de Andrade, June Crespo, Mariana Caló e Francisco Queimadela, Naufus Ramírez Figueroa, Olga Balema.
  • Visita-Oficina
    Até 18.05.2018
    terça a sexta: 10.00h-11.30h ou 14.30h-16.00h
    Entrada gratuita com inscrição prévia

    BARCO NEGRO!

     A partir da obra "Barco Negro" será analisado o percurso artístico de João Pedro Vale, escultor que interroga a História, as lendas, a propaganda e as noções de identidade, através do uso de formas culturais e folclóricas. Podemos nós conhecer os limites das nossas ilhas, mergulhar numa atração plástica que vive entre a ficção e a construção do eu e do outro, levantando questões que nos mobilizam?

    Destinatários: Ensino Secundário e Profissional

    Entrada gratuita com inscrição prévia através 22 6081063 ou galeriamunicipal@cm-porto.pt

    © Ricardo Castelo / Fundação EDP
  • Visita-Oficina
    Até 18.05.2018
    terça a sexta: 10.00h-11.30h ou 14.30h-16.00h
    Entrada gratuita com inscrição prévia

    O QUE VAI NA CABEÇA DOS MACACOS?

     Mas afinal o que vai na cabeça dos macacos? A partir da obra ambivalente e irónica "100 macacos sem cabeça", de Francisco Queirós, vamos analisar como esta dialoga com o espaço da exposição, com as outras obras e quais as múltiplas relações que desencadeia.

    Destinatários: EB 1º e 2º ciclo

    Entrada gratuita com inscrição prévia através 22 6081063 ou galeriamunicipal@cm-porto.pt

    © Ricardo Castelo / Fundação EDP

  • Visita-Oficina
    Até 18.05.2018
    terça a sexta: 10.00h-11.30h ou 14.30h-16.00h
    Entrada gratuita com inscrição prévia

    LUZES, SOMBRAS E CORES

    Mas afinal o que vai na cabeça dos macacos? A partir da obra ambivalente e irónica 100 macacos sem cabeça, de Francisco Queirós, vamos analisar como esta dialoga com o espaço da exposição, com as outras obras e quais as múltiplas relações que desencadeia.

    Destinatários: EB 1º e 2º ciclo

    Entrada gratuita com inscrição prévia através 22 6081063 ou galeriamunicipal@cm-porto.pt 

    © Ricardo Castelo / Fundação EDP
  • Visita-Oficina
    13 maio, domingo, 15h00-17h00
    Entrada livre

    FAMÍLIAS EM AÇÃO NA EXPOSIÇÃO

    Um jogo de descoberta com base numa seleção de imagens das obras da coleção Pedro Cabrita Reis com propostas variadas de atividades de desenho, pintura e colagem que suscitam cumplicidade em contexto familiar na aproximação à arte contemporânea. 

    Destinatários: Famílias 

    © Ricardo Castelo / Fundação EDP
  • 28 abril, sábado, 21h30
    Capela de Carlos Alberto

    PERFORMANCE: António Olaio & João Taborda

    Passados 22 anos do primeiro concerto, António Olaio & João Taborda, em canções como "20 years in a plane", "Foggy days in old Manhattan", “Blaupunkt Blues”, “Red rainbows”, ou “La Prospettiva”, percorrem temas dos seus primeiros álbuns e apresentam temas inéditos. Entre o universo da música e o das artes plásticas, tudo é simultaneamente estranho e familiar.

    Entrada livre
  • 27 abril, sexta-feira, 17h00

    AULA ABERTA com Vasco Araújo

     Destinatários: Escolas de arte, universidades e público em geral

    Entrada gratuita com inscrição prévia através 226081063 ou galeriamunicipal@cm-porto.pt

    © Ricardo Castelo / Fundação EDP
  • Visita-Oficina
    15 abril, domingo, 15h00-17h00
    Entrada livre

    FAMÍLIAS EM AÇÃO NA EXPOSIÇÃO

    Um jogo de descoberta com base numa seleção de imagens das obras da coleção Pedro Cabrita Reis com propostas variadas de atividades de desenho, pintura e colagem que suscitam cumplicidade em contexto familiar na aproximação à arte contemporânea.

    Destinatários: Famílias

    © Ricardo Castelo / Fundação EDP

  • 6 abril, sexta-feira, 17h00

    AULA ABERTA com João Pedro Vale e Nuno Alexandre Ferreira

    Destinatários: Escolas de arte, universidades e público em geral

    Entrada gratuita com inscrição prévia através 226081063 ou galeriamunicipal@cm-porto.pt

    © Ricardo Castelo / Fundação EDP

  • Visita-Oficina
    25 março, domingo, 15h00-17h00
    Entrada livre

    FAMÍLIAS EM AÇÃO NA EXPOSIÇÃO

    Um jogo de descoberta com base numa seleção de imagens das obras da coleção Pedro Cabrita Reis com propostas variadas de atividades de desenho, pintura e colagem que suscitam cumplicidade em contexto familiar na aproximação à arte contemporânea.

    Destinatários: Famílias

    © Ricardo Castelo / Fundação EDP

  • 17.03.2018 - sáb - 17.00h
    Foyer do Auditório da Biblioteca Municipal Almeida Garrett
    Entrada livre

    Lançamento do Catálogo da Exposição

    No próximo sábado será realizado o lançamento do catálogo da exposição “Quatro Elementos”, com a presença dos curadores Ana Luísa Amaral, Eduarda Neves, Pedro Faro e Nuno Faria. A exposição, que decorreu na Galeria Municipal do Porto de 1 de setembro a 12 de novembro de 2017, foi estruturada a partir da ideia cosmogónica dos Elementos Naturais, que inspirou pensadores de várias eras e continua a influenciar a prática artística nos seus diversos territórios, nomeadamente no das artes visuais.

    O catálogo integra documentação relativa aos quatro projetos curatoriais que formaram a exposição e inclui um conjunto de ensaios que permite uma leitura alargada sobre assuntos indagados pelas obras dos artistas que os quatro curadores decidiram apresentar.
  • 16.03.2018 - sex - 21.30h
    entrada livre

    Inauguração da Exposição "Germinal - O núcleo Cabrita Reis na Coleção de Arte Fundação EDP"

    INAUGURAÇÃO:

    Na sequência da aquisição da Coleção Cabrita Reis pela Fundação EDP em 2015, a Galeria Municipal do Porto, em colaboração com o Museu de Arte Arquitetura e Tecnologia (MAAT), apresenta agora a maior exposição alguma vez realizada a partir deste espólio. Germinal debruçar‑se‑á sobre um vasto e significativo conjunto de obras, adquiridas pelo artista ao longo dos últimos quase trinta anos, com especial incidência sobre os momentos iniciais ou originários das carreiras de artistas nacionais cujos percursos têm vindo a afirmar‑se ao longo do tempo. Com uma ampla e sólida representação da chamada ‘geração de 90’ e, também, com a presença de artistas de gerações anteriores e posteriores, pretende‑se trazer a público um conjunto de obras marcantes, revelando o olhar de um colecionador atento e amplamente vinculado ao apoio a artistas e às práticas experimentais, sinónimo de cosmopolitismo, vanguarda e compromisso com o futuro.
  • Visita-Oficina
    18.02.2018 - dom - 15.00h - 17h00
    entrada livre

    FAMÍLIAS EM AÇÃO NA EXPOSIÇÃO

    Criação de um mapa de ideias em família com registo das linguagens das obras expostas e ligações a sons, movimentos e imagens sobre a exposição 10000 anos depois entre Vénus e Marte.

    Conceção:
    Graça Lacerda

    Destinatários:
    Famílias

  • 17.02.2018 - sáb - 17.00h
    entrada livre

    A ARTE DE COLECIONAR - Conversa com António Cachola, Pedro Álvares Ribeiro e Paulo Pimenta

    Entre a finitude e a acumulação, a memória e a utilidade, a prática do colecionismo desenvolve-se em torno da possibilidade de uma relação entre o presente e o futuro.
    Num encontro a três vozes incontornáveis do colecionismo em Portugal desvelamos o gosto e a reflexão fundamentais ao ato de colecionar.

  • Visita-Oficina
    Até 16.02.2018 - terça a sexta - 10.00h-11.30h ou 14.30h-16.00h
    Entrada gratuita com inscrição prévia

    COLECIONADORES DE AZUL

    Sabias que alguns artistas fazem do azul uma narrativa de emoções e sensações? Vamos colecionar todas as ideias sobre a cor azul e os seus significados. Vamos pensar no azul da galeria e conhecer as obras da coleção. Serão elas azuis? Será o nosso corpo azul?
    Conceção:
    Rita Roque

    Destinatários:
    EB 1º ao 3º ciclo

    Inscrições:
    22 6081063 / galeriamunicipal@cm-porto.pt
  • Visita-Oficina
    Até 16.02.2018 - terça a sexta - 10.00h-11.30h ou 14.30h-16.00h
    Entrada gratuita com inscrição prévia

    AMOR EM VÉNUS, GUERRA EM MARTE

    Como surge o gesto amoroso? O que é que dá impulso à guerra? Podemos através da colagem e do desenho imaginar esses dois mundos? O que são 10 000 anos depois entre Vénus e Marte? Nesta oficina vamos valorizar o título da exposição e elaborar um tabuleiro de jogo onde os participantes vão construir esses dois mundos.

    Conceção:
    Rita Roque

    Destinatários:
    Ensino Secundário Profissional

    Inscrições: 
    22 6081063 / galeriamunicipal@cm-porto.pt

  • Visita-Oficina
    Até 16.02.2018 - terça a sexta - 10.00h-11.30h ou 14.30h-16.00h
    Entrada gratuita com inscrição prévia

    SONAR - Há Sons no Ar?

    Qual é a viagem do som na galeria? Quais são as formas que conseguimos encontrar? Vamos viajar com sons e criar um imaginário de formas, feitas de plasticina. Vamos instalar estas pequenas esculturas de silêncio que guardam os ritmos capturados pelo nosso olhar e pelo nosso ouvido.
    Conceção:
    Rita Roque

    Destinatários:
    Pré-escolar

    Inscrições:
    22 6081063 / galeriamunicipal@cm-porto.pt
     

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  • 5 – 8 de dezembro de 2019

    Love and Garbage

    Love and Garbage propõe pensar e discutir coletivamente como o trabalho em cooperação oferece uma alternativa aos processos da arquitetura contemporânea — que são tipicamente sistematizados, formais e estritamente hierárquicos, formando estruturas propícias ao surgimento de divisão social e controlo. O coletivo multidisciplinar Assemble convida os participantes a trabalhar em conjunto, proporcionando uma possibilidade real de solidariedade recíproca e compromisso com o conhecimento e a experiência de outros. Deste modo, o curso cria um espaço de discussão e de partilha de ideias, preocupações e inquietudes que nos últimos dez anos têm atravessado a prática artística do coletivo nos campos da arquitetura, arte e design.
    Programa completo aqui

    Tutores:
    Assemble

    Com:
    Madelon Vriesendorp
    Jasmine Pajdak
    Thomas Thwaites
    Andrés Saenz de Sicilia
    Richard Wentworth
    Rainer Hehl
    Jerszy Seymour

    Instituto / Passos Manuel / Galeria Municipal do Porto
  • 14 de novembro, sábado, 16h00

    PRÉMIO PAULO CUNHA E SILVA – 2.ª EDIÇÃO: Conversa com Margarida Mendes e artista vencedor

    No dia 24 de outubro, sábado, a Galeria Municipal do Porto dinamiza uma conversa com Margarida Mendes, membro do júri da 2.ª edição do Prémio Paulo Cunha e Silva, e com o/a artista vencedor/a.
    Atividade integrada na exposição Prémio Paulo Cunha e Silva – 2.ª edição

    Entrada livre 
    Auditório da Biblioteca Almeida Garrett

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